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Relação entre competitividade e qualidade de vida

Desde a Grécia Antiga, a lei das Alavancas (Arquimedes) tinha como objetivo diminuir o esforço físico de seus trabalhadores na época. Mas, após a Primeira Revolução Industrial, em que o único objetivo era a produtividade em massa seguida de lucro, qualidade de vida e péssimas condições de trabalho, infelizmente, ainda se mantém viva nos dias atuais. No Brasil, porém, essa é uma realidade distante de solução, seja pela competitividade entre as empresas, ou pela negligência com a saúde de seus colaboradores. O descontentamento dos funcionários gera uma significante desvantagem no panorama comercial.
Embora a visão de mão de obra barata traga bons resultados, desencadeada por Henry Ford (fordismo, 1914), quem acreditava que o ser humano é uma peça fundamental para a engrenagem produtiva, o conceito ainda é bastante comum.
Empresas despreparadas em busca apenas de resultados, por medo de prejuízo irreversíveis, pouco investem no bem-estar de seus profissionais. As dez melhores empresas para se trabalhar (Exame, 2017), contudo, destacam-se por transformar o ambiente de trabalho e saúde emocional e física em vantagem competitiva, criando a visão de uma organização mais privilegiada e equilibrada.
Ademais, se antes o foco estava no produto, hoje, com a globalização, a qualidade e a fidelização de clientes são os alvos principais. Inovar é um dos grandes e importantes objetivos de qualquer instituição. É favorável, atualmente, que as empresas formem uma imagem positiva. Além de concentrar a atenção nos estudos sobre os processos de trabalho e tecnologia, o fator humano merece uma atenção especial. Segundo o influente escritor britânico Oscar Wilde, a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou nação0000 prova disso é, com o aumento das exigências qualificativas, o servidor tornou-se igualmente exigente, e requer voz ativa nas decisões da corporação.
É imprescindível, portanto, que o Ministério do Trabalho enfatize a importância da qualidade de vida profissional, solidificando leis já existentes e pressionando empresas a remunerarem adequadamente seus funcionários. Palestras de cunho informativos sobre acidentes de trabalho e questões relacionadas ao bem-estar, bate-papos com profissionais dessas áreas, podem trazer a satisfação do empregado, que se sentirá parte integrante da organização, produzirá mais e melhor, fidelizando os clientes. A busca pela qualidade de vida no âmbito profissional não é mais um diferencial, e sim condição de sobrevivência no mundo globalizado. A alta produtividade foi deixada para trás, dando lugar à era do conhecimento, valorização humana em que a capital intelectual é o mais importante para o crescimento da organização.
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