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Relação entre competitividade e qualidade de vida
É incontrovertível que a competitividade é um fenômeno intrínseco nas sociedades contemporâneas. Nesse sentido, é imperioso analisar as consequências dessas questão. Desse modo, dois aspectos fazem-se relevantes: revolução tecnológica e busca por afirmação.
Em primeira análise, conforme o autor Milton Santos, o consumismo e a competitividade levam ao emagrecimento moral e intelectual das pessoas. Nesse contexto, a revolução tecnológica da virada do século XXI, estimulada pelas ondas capitalistas, trouxe consigo uma enorme busca pela qualidade e lucro, obrigando, por conseguinte, os indivíduos a competirem, cada vez mais, por ascensão social. Desse modo, a preocupação com a qualidade de vida acabou por ser deixada de lado.
Além disso, o desejo por autoafirmação dentro das sociedades hodiernas agravou a relação entre competitividade e saúde. Dessa forma, a busca incessante por destaque e ascensão, advindos da globalização capitalista do novo século, acabou por transformar as relações interpessoais contemporâneas, prejudicando uma grande parcela da população, haja vista que a competição atrapalha não só o indivíduo praticamente, como também o coletivo a qual ele está inserido.
Ante o exposto, visando uma melhor qualidade de vida para as pessoas, é mister resolver a problemática em questão. Assim, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) devem desenvolver um programa dentro de cada país, através dos veículos midiáticos, para a promover palestras e debates acerca da importância do trabalho coletivo e a busca pelo bem estar em conjunto, com o intuito de melhorar a saúde dos tecidos sociais como um todo. Ademais, as empresas e organizações devem sempre acolher indivíduos com o pensamento em grupo. Com isso, as sociedades poderão ter uma melhor qualidade de vida.
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