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Relação entre competitividade e qualidade de vida

Na sociedade atual, o sentimento de competitividade ainda cresce. Isso porque, a maior parte da população acredita que ser uma pessoa mais competitiva aumenta as chances de progresso no mercado de trabalho. O impasse relacionado a tal característica surge a partir do momento que a qualidade de vida é colocada em risco. Sendo assim, medidas devem ser tomadas para que a população fique ciente que a competitividade não é mais um atributo a ser enaltecido, visto que tal característica ? nos últimos tempos ? tem trazido mais malefícios do que benefícios para a sociedade.
A maior parte da população ainda presume que contratantes buscam funcionários competitivos. Em depoimento para um website de empreendedores, Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge, desmentiu tal suposição e alegou que tais profissionais se preocupam mais com o próprio resultado do que com o progresso da equipe ? fato desinteressante para as empresas atuais que procuram pessoas com facilidade em trabalhar em grupo ? em decorrência da dinamicidade exigida pela tecnologia contemporânea. Para o diretor, na maioria das empresas não há mais espaço para competição.
A saúde física e psicológica de profissionais que cultivam tamanha rivalidade também está ameaçada. Comprovadamente, a partir do momento que a vontade de ser melhor que o outro vira prioridade, o estresse ultrapassa os limites suportados pela psique. As consequências desse nervosismo extremo são rapidamente notadas, principalmente na alteração da pressão arterial, na irregularidade em relação aos batimentos cardíacos, além da depressão ? a ?doença do século?.
Em virtude dos fatos mencionados, percebe-se que é dever das próprias empresas investir em campanhas que tornem a ?busca pelo funcionário competitivo? um mito; visando, dessa forma, melhorar o ambiente de trabalho. Com tal iniciativa, é esperado que o desempenho dos contratados seja exponencialmente melhorado. Além disso, é de grande valia a realização de levantamentos, pelo Ministério da Saúde, que expressem quais profissões são as mais estressantes; a partir de tal pesquisa, a interferência médica se torna mais precisa e, consequentemente, gastos são evitados.
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