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Relação entre competitividade e qualidade de vida
Um atividade em equipe de colégio, uma equipe de médicos, um grupo de agricultores, uma equipe de gestão empresarial, todos eles têm algo em comum: o trabalho em grupo. E não é raro também encontrar neles aquele profissional extremamente competente tecnicamente mas competitivamente avassalador para o próximo e sua saúde. Este fato, nos introduz numa consideração sobre o fenômeno tipicamente humano que é a competição: a propulsora do desenvolvimento do indivíduo e da humanidade com potencial destrutivo da pessoa e da convivência humana.
Em primeiro lugar, o fenômeno da competição deve ser bem entendido, pois é algo que está inserido na natureza e história do homem. Muitas pessoas provenientes de uma condição social pobre e difícil, entram no mundo do trabalho com uma forte pré-disposição - e isto se forem sonhadoras e determinadas - a superar a sua situação e ascender a um nível de educação, financeiro e cultural superior. Outras, e estas podem não ser de forma alguma de origem social precária, mas por uma característica que lhes é inata, buscarem sobretudo resultados. Tanto um caso como outro se bem dosados fornecem combustível para que o indivíduo melhore a sua condição pessoal e de sua família, e também venha a realizar as suas potencialidades. Se não houvesse pessoas assim, empresas não teriam concorrência e inexistiria estímulo a inovação, bem como as pessoas não sairiam da realidade dura em que nasceram.
Porém, o célebre aforisma "A virtude está no meio" também é aplicável à competitividade. O equilíbrio se encontra no limite do próximo e da própria saúde. A fronteira do desenvolvimento pessoal está no território de outro que possui os mesmos direitos e que não é um inimigo. Neste sentido, Renata Mello, Diretora da Consultora Imagem Corporativa, diz que o profissional competitivo "...muitas vezes, não pensa duas vezes antes de passar por cima de alguém..." Além de prejudicar o outro, acaba prejudicando também a si, pois como Renata continua dizendo "...o competitivo, é, via de regra, mais agitado, ansioso e exigente..."
Portanto, aquilo que pode ser a força que levanta um homem e o eleva às alturas também pode ser a sua destruição. Como o trabalho profissional é o que mais se dedica as horas do dia e tem uma relevância fundamental na vida do homem, é importante que o individuo e empresa atuem junto na busca deste equilíbrio. O competidor deve através de uma constante análise pessoal sustentada por reflexão, programas de Coach e conselheiros profissionais, mudar o seu comportamento para que melhore seu convívio com outras pessoas e tenha mais qualidade de vida e saúde. Empresas por sua vez, podem disponibilizar de forma periódica - semanal ou mensal - programas de treinamento comportamental e feedback para que consiga melhores resultados institucionais em equipe. Desta forma, todos saem ganhando.
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