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Reforma Trabalhista
É incontrovertível que existe uma dubiedade de posições acerca da reforma trabalhista. Isso deve ser solucionado, uma vez que, diariamente, trabalhadores são vítimas da falta de políticas públicas que os abarquem. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: participação na legislação trabalhista e a superioridade jurídica com base no poder aquisitivo.
Em primeira análise, conforme o sociólogo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Nesse contexto, o brasileiro é retirado do teor generalizado do fato social, haja vista que não possui voz em uma decisão política que irá interferir diretamente em sua vida, trazendo efeitos contrários aos seus interesses.
Além disso, o projeto de reforma trabalhista exclui o simples trabalhador, uma vez que concede privilégios para as classes mais altas. Nesse sentido, atrelado à conceitos marxianos da ditadura do proletariado, o brasileiro -aquele que ganha entre 1 ou 2 salários mínimos-, força motriz da mão de obra, é cada vez mais prejudicado em detrimento do lucro de muitos.
Destarte, visando uma sociedade mais justa, é imperioso solucionar os problemas da reforma trabalhista. Assim, o Ministério do Trabalho e o Poder Executivo devem coletar opiniões e sugestões de todas as camadas sociais que serão diretamente afetadas pela reforma, através dos veículos comunicativos e por meio de debates realizados publicamente, dessa forma, efetuando melhoras na vida da população. Ademais, é necessário estar atento a cada novo projeto que surge. Com isso, a sociedade poderá ver o fato social se cumprir.
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