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Reforma trabalhista no Brasil

Precarização de direitos ou mais empregos?
A revolução industrial iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, trouxe a efetivação da classe dos proletariados na sociedade. Homens, mulheres e crianças eram mãos de obras nas jornadas exaustivas de 16 horas nas industrias e alvos das condições precárias de direito trabalhista. Foi somente em 1802 que surgiu a primeira lei trabalhista, aprovada na Inglaterra por Robert Peel. Desde então, qual foram os direitos adquiridos pelos trabalhadores?
No Brasil, a era Vargas foi marcada pela intensa mudança na vida social e profissional do trabalhador. Com a crise da bolsa de valores de 1929, Getúlio, proporciona estruturas para a instalação de indústrias e empresas estatais, logo se teve a dilatação da classe trabalhadora e respectivamente dos seus direitos e, em 1940 a organização da jornada de trabalho, implementação do Ministério do Trabalho, Lei de Sindicalização e o salário mínimo, aprimoraram o empregado.
Em análise á atual reforma trabalhista, nota-se uma precarização dos direitos trabalhistas, uma vez que ela "aparece" com um minguado do trabalho, aumentando o bem capital, diminuindo os direitos e favorecendo a incerteza do proletariado. A fragilidade dos vínculos, irá diminuir a contribuição formal para a previdência, condesando as chances de aposentadoria integral e aumentando de maneira ameaçadora dos níveis de rotatividade, pois os vínculos serão cada vez mais precários.
Em virtude dos fatos mencionados, o que deveria ser executado antes das votações, é uma auditoria pública entre governo e sindicatos e sindicatos e população para enfatizar os desejos dos cidadãos. Abrir espaços em jornais e mídias para explicar e solucionar dúvidas dos trabalhadores em relação aos seus direitos e criar uma garantia para o trabalhador, que não haverá nenhum direito à menos e que existirá fiscalização do Ministério do Trabalho e assim ter sustentação do feitor.
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