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Reforma trabalhista no Brasil

Durante o século XVIII estourava na Inglaterra um grande movimento de mudanças na produção de matéria-prima, futuramente, o mesmo seria conhecido como Revolução Industrial e por ter sido o agente criador de toda a tecnologia que temos no tempo atual. Todavia, além dos grandes avanços científicos, esta época ficou popularmente conhecida devidos aos abusos e violências sofridas pelo proletariado. Inicialmente, sem nenhum tipo de legislação ou ementa que os protegessem, os trabalhadores, incluindo mulheres e crianças, estavam cabíveis a duras jornadas de trabalho, baixa remuneração e altos riscos de acidentes nas fábricas. Apesar de ser uma situação longínqua, a Revolução exemplifica os riscos que os brasileiros estão vulneráveis com as mudanças da CLT; logo, é incabível que um assunto deste porte não seja discutido amplamente.
Desde de exposição à ambientes que ofereçam risco de vida até o aumento de quatro horas nas jornadas diárias; as mudanças propostas pelo Governo são defendidas como soluções para crise financeira que assola o país desde 2016, no entanto, inúmeras autoridades econômicas já predestinam: as novas leis só serão favoráveis, e lucráveis, aos grandes empresários. A reforma, que ainda não foi aprovada totalmente e encontra-se em discussão no Senado, não possui planos e metas para resolver as dívidas, juros e prestações de grande parte da população, fazendo com que a economia continue estagnada no prejuízo, já que a maioria não possui crédito para "reviver" o mercado. Além disso, muitas transformações na legislação trabalhista ainda não foram expostas e bem explicadas ao grande público, o que torna a aceitação das mesmas ainda mais difícil devido as dúvidas geradas sobre o quanto, e o que, as novas leis poderão alterar.
Outra grande dúvida, e insatisfação dos cidadãos em geral, é a implementação da terceirização massiva no mercado brasileiro; dados revelam que os maiores números de acidentes e também os menores salários, são os desses funcionários; algo que cria grande temor em volta deste assunto, pois os mesmos não possuem garantias iguais aos dos efetivos e com a reforma estariam em risco de perderem ainda mais os seus direitos. O Governo também propõe que aja um maior diálogo entre patrão e empregados, determinando que os acordos que fossem feitos entre os dois se sobreponham as normas trabalhistas; à medida que podem garantir uma relação melhor para ambos os lados, esses tratos, caso não fossem compridos devidamente, também os prejudicariam; o trabalhador poderia ser substituído rapidamente e o empregador gastaria muito tempo e dinheiro adaptando e criando novos acordos com novos funcionários.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Como cita o sociólogo Jean-Jacques Rosseau, "A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos", por conseguinte, votações e debates no site do Senado sobre o assunto devem ser levadas em conta, assim como a participação dos sindicatos em assembleias com os deputados e senadores para uma maior representação dos trabalhadores. Mas também, a consultoria com diversas autoridades do assunto, favoráveis e contrárias a mudança, deve continuar sendo estimulada e se tornar acessível virtualmente no site do Governo. Bem como o Ministério do Trabalho, através das redes sociais, deve informar todas as mudanças previstas e possíveis na reforma a fim de que a conscientização seja a maior possível.
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