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Reforma trabalhista no Brasil

    Em 1885 foi promulgada a lei "sexogenário", cujo intuito era libertar todos os escravos que completasse 60 anos, ou seja, o escravo se tornaria livre. De maneira análoga, hodiernamente, o mesmo quadro assemelha-se ao atual cenário da reforma na previdência social brasileira. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro. 
   


   Todavia, a sociedade é responsável por tais decisões políticas, ou seja, as escolhas são tomadas ao eleger o candidato. De acordo com Nicolau Maquiavel, em "O príncipe", o filósofo pondera os atos dos governantes, afirma: "os atos dos governantes não são bons ou maus por si mesmo. eles devem ser analisados tendo em conta o objetivo final que teriam." 
   


   contudo os governantes, de modo que, acredita, que tais mudanças vão beneficiar a sociedade no contexto econômico e político, visto que, no Brasil imperial (1822 a 1889) foi promulgada diversas leis para uma só finalidade, exemplo: Eusébio de Queiroz, ventre livre, sexogenário e lei Áurea. contudo, todas com um só intuito (abolir a escravidão), porém, mau estabelecida. portando, de maneira análoga, a reforma da previdência social Brasileira segue o mesmo caminho. 
 


   Assim como no XIX a lei "sexogenário" foi considerada uma ironia, para sociedade da época, pois, a taxa de mortalidade dos escravos o impedia de alcançar a tal, sonhada liberdade. Assim, é interpretado, em suma, a ideia da Reforma na previdência. Portanto, infere que a reforma, pode ser evitada com uma averiguação feita pelos governantes, responsáveis, pela aprovação da lei em vigor, de modo, que estabeleça de forma igualitária, levando em conta, as consequências e causas para sociedade. E cabe aos responsáveis pela aprovação da lei, reconsiderar a voz do povo advinda das manifestações sobre o assunto. Espera-se que o mesmo acontecimento, no contexto histórico, não ocorra novamente, ou seja, evitar a descredibilidade da sociedade no governo.   

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