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Reforma do Ensino Médio

Deixaremos de ser o país do futuro
No período da Segunda Guerra Mundial, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil por conta da perseguição nazista na Europa. Na nova casa e já estabelecido, o autor sentiu-se acolhido em seu novo lar e esperançoso com o potencial da nova casa, Zweig deu cabo a uma obra que se tornou bordão repetido até hoje: ?Brasil, país do futuro?. No entanto, para que este futuro se efetive temos que tornar nossa educação digna do tamanho que queremos o futuro. E preciso repensar nossa educação de base. Precisamos de engenheiros, técnicos, pedreiros professores, marceneiros e todas as profissões modernas que dão a perspectiva de geração de trabalho e renda. Para tanto devemos reformar a educação.
Em primeiro lugar, essa reforma deve atender os anseios dos jovens e resultar nas necessidades da sociedade atual. O escritor Oscar Wilde, em uma de suas obras disse: ?altruísmo é deixar as pessoas viverem do jeito que bem quiserem?; nesse sentido, uma reforma que privilegie a escolha pessoal pautada na habilidade e predileção pessoal, adequando ao projeto de vida do jovem, tende a dar melhores resultados.
Outrossim, a Base Nacional Curricular Comum, que regulamentará o conteúdo de cada tipo de ensino médio, deve adequar esses currículos pautando-se pela necessidades de desenvolvimento econômico e, principalmente, social da Nação. A readequação deve ser feita, ora adequando as expectativas da juventude atual, ora verificando se as necessidades profissionais estão sendo supridas. O ensino tradicional, utilitarista e anacrônico; não se encaixa mais nos dias de hoje.
Com base nisso, faz-se imprescindível que haja uma ampla consulta aos jovens, para que estes indiquem que tipo de currículo deve ser proposto pela Base Nacional Curricular Comum. Essa consulta pode ser feita por meio de enquete direcionada usando os meios eletrônicos (redes sociais, sites, aplicativos, etc.) e oficiais (escolas, órgãos públicos, etc.) de sorte que, a maior parte dos interessados participe. Com a participação de todos temos plena a democracia e, com efeito, deixaremos de ser o eterno país do futuro para tornar-mo-nos no pais do presente.
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