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Reforma do Ensino Médio

Reparar para educar
A reforma do Ensino Médio, proposta pelo atual governo, surgiu com uma falácia à problemática dessa divisão escolar, pois promete alterar as políticas da última etapa estudantil, apenas. É mister, porém, uma perspectiva mais aprofundada, pautada na formação propriamente dita da juventude.
Primeiramente, um ponto de vista histórico torna-se importante para uma análise presente, visto que a escola, sobretudo na primeira metade do século XX, era frequentada por um público abastado e com doutrinas pautadas somente em profissões lucrativas, majoritariamente. O ambiente escolar atual deve ser compreendido como um cenário de formação da criança ao adolescente, que poderia ter noções básicas de mercado, de emprego e de economia, visando evitar o abandono curricular e o trabalho infantil.
Além disso, a atenção há de ser voltada, paralelamente, ao professor. Esta classe trabalhadora sofre de médias salariais muito inferiores a outros funcionários públicos, agentes judiciais e políticos, entre outros exemplos. Para o fato, um valor mínimo salarial, corrigido em inflações, aparece como urgência, isto é, dinamizaria as aulas se observada uma menor carga horária empregatícia e um conforto social e moral.
Após o reparo desses itens básicos , a reforma do Ensino Médio poderia ser implantada. Para tal, o aluno poderia optar pela área de atuação, como já definido, mas poderia seguir a grade atual em caso de indefinição ou de opção de cursos de conhecimentos gerais, como provas militares. Ademais, a progressão continuada ainda vigente, implementada por Fernando Henrique em seu mandato, deve ser integralmente extinta, permitindo, assim, a reprovação de alunos na terceira série a fim de evitar uma mão de obra desqualificada.
A análise permite inferir que uma reforma estudantil deve ser mais profunda e contextualizada. O Governo Federal, por sua vez, representado pelo Ministério da Educação, primeiramente, deveria reformular a proposta aceita adicionando à grade fundamental noções de mercado e de áreas de atuação através de coordenadores ou em palestrantes especialistas em relações públicas, pedagogia, ciências sociais, entre outros exemplos. Por fim, deve-se valorizar o salário de professores, visto que eles moldam o intelecto doa aluno, por meio de definições parlamentares adicionadas a lei, com um valor mínimo e isento de modificações.
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