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Reforma da previdência social

No Brasil, desde antes da República ser instaurada, a população já era explorada por seus governantes, como na derrama, à qual militares adentravam as casas para saquear ouro. Entretanto, nos dias atuais, por meio dos impostos o governo garante a contribuição das contas públicas, mas, devido a corrupção e problemas administrativos, direitos como a aposentadoria são reduzidos, o que causa insegurança nos cidadãos.
De acordo com o site "O Globo", o déficit da previdência social em 2016 chegou, aproximadamente, aos 150 bilhões. O governo responsabiliza a má cotação dos números ao envelhecimento da população, que de fato está maior, porém é preciso reavaliar os privilégios detidos por uma pequena parcela social, como, por exemplo, os próprios políticos que mesmo em meio a crise previdencial aposentam-se com apenas 12 anos de mandato.
Segundo especialistas do R7, o Brasil era um dos poucos países a não impor idade e tempo de contribuição concomitantemente com critério para aposentadoria. Dessa forma, pode-se inferir que o déficit da previdência social exige que algumas regras sejam de fato mudadas, o que não justifica a falta de esforço governamental em equalizar os direitos do trabalhador, ao manter privilégios em benefício próprio, enquanto cidadãos da base trabalham mais e recebem menos.
É necessário, portanto, que o governo federal, quando necessário mudar a legislação, procure tratar com igualdade as alterações, como também fiscalizar possíveis desvios de verbas que causam prejuízo ao sistema. Ademais, a população deve fazer a previdência privada para complementar sua renda, quando tiverem idade e tempo para aposentarem, enquanto as mídias podem trazer matérias que tirem as dúvidas da população sobre quaisquer novidades em relação ao tema.
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