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Reforma da previdência social

Com base no quadro "Os operários" de artista Tarsila do Amaral, é possível inferir a singularidade e a força da mão de obra dos trabalhadores na construção do Brasil. Entretanto, nem sempre o labutador é reconhecido pelo serviço prestado e pela imensa carga tributária paga. Essa desvalorização pode ser ilustrada com a nova proposta da reforma na Previdência Social que, certamente, dificultará a obtenção de benefícios sociais importantes como a aposentadoria.
Nesse contexto, infere-se que o proletário na maioria com renda per capita baixa, é o principal contribuidor do Estado e fomenta a riqueza dos grandes empresários com a força do trabalho. Para tanto, a maior parte dos labutadores precisam despertar de madrugada, pegar ônibus, metrô e trem superlotados para receber uma pequena parcela do lucro produzido. Além disso, pagar altas taxas como o Imposto sobre veículos automotores (IPVA) de motos e carros, enquanto os donos de Iates, lanchas e helicópteros são insetos, mesmo estes pertencentes à categoria automotora, bem como a não cobrança de taxa sobre grandes fortunas, esta prevista pela constituição Federal 1988, porém nunca regulamentada.
Certamente, tais fatos junto a atual proposição da reforma previdenciária visam "apertar" sempre mais o "bolso" do trabalhador limitado, por exemplo, as chances de aquisição de direitos sociais importantes, com destaque à aposentadoria. Uma vez que, tal reformulação previdencial aumenta o tempo de contribuição para 25 anos e a idade mínima de 65 anos, isto inclui todos os cidadãos. Esses novos critérios da aposentaria são negativos, se for levado em consideração a baixa expectativa de vida 75,5 anos segundo senso demográfico. Além disso, a crescente taxa de desemprego, principalmente, aos maiores de 40 anos que chega a mais de 46%.
Logo, é primordial que todos os sindicatos dos trabalhadores, assim como os representantes populares entrelaçarem-se mais para cobrar mudanças nesse projeto de emenda da previdência social. Destarte, os movimentos populares e a Ordem dos Advogados precisam se unir, constantemente, para elaborar e pedir aos poderes públicos uma emenda constitucional que regularize o imposto sobre grandes fortunas e o IPVA de todos os automotores. Com isso, a arrecadação da seguridade poderá aumentar sem "explorar" tanto os bravos homens e mulheres que compõe a classe trabalhadora deste país.

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