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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

No filme O Show de Truman, o protagonista se dispõe de uma vida idealizada, onde sua bolha social não se passa de uma mega produção cinematográfica. Por analogia, podemos comparar Truman aos usuários das redes sociais que são influenciados pela idealização da vida feita por uma parcela da sociedade. Portanto, o Estado juntamente com a mídia, deve transpor essa conjuntura, tanto pela cientificação do indivíduo  a respeito da idealização da internet, quanto pelos projetos por parte das mídias, cogitando assim, propor uma resolução para esta pendência.


Primeiramente, cabe comentar sobre o papel do Estado na notificação do cidadão quanto a imagem na internet. Na narrativa O Mito da Caverna, de Platão, o filosófo expressa dramaticamente a imagem de prisioneiros que estão desde o nascimento, acorrentados no interior de uma caverna  olhando somente para uma fogueira. Por comparação, a obra de Platão faz-se presente nos dias atuais, os internautas estão aprisionados as redes sociais, alienados pela falsa sensação de celebridade e obtendo um conteúdo ilusório que não corresponde a realidade vivida pela sociedade. Por conseguinte, essa experiência negativa corrobora em traumas no futuro, como afirma a psicanálise de Freud.


Outrossim, vale ressaltar sobre o trabalho das plataformas digitais e mídia na superação desse distúrbio. De acordo com o magnata americano Steve Jobs," A internet move o mundo ". Dados estatísticos comprovam esse pensamento, o IBGE afirma que três em cada quatro domicílios possuem acesso a internet. A grande quantidade de usuários idealizados na internet, fez com que empresas como Instagram removessem o número de likes das fotos, visando diminuir problemas causados pela obsessão por um perfil perfeito, como por exemplo a depressão, que afeta 5,8% dos brasileiros  de acordo com a Organização Mundial da Saúde.


Em vista dos argumentos aqui apresentados, é inegável que a idealização das redes sociais e os projetos feitos pelas mídias são medidas para solucionar este entrave. Logo, cabe ao Ministério da Educação  elaborar campanhas em escolas, praças públicas e redes sociais, tencionando cientificar o cidadão sobre os riscos a saúde emocional que a internet causa e formar um senso crítico nos cidadãos. Ademais, compete a emissoras como BBC e celebridades mundiais como Drake e Anitta promover projetos em suas redes socias sobre a ilusão na internet, cogitando assim, mostrar as pessoas a realidade sobre o modo de vida contemporâneo. Pois como dizia o escritor inglês  Aldous Huxley,"Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados".

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