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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

 Podendo ser descrita como um estado durável de plenitude, satisfação, e equilíbrio físico e psíquico, a felicidade sempre foi objeto de procura dos seres humanos. No entanto, com o advento da internet e redes sociais, novos conceitos do que é ser feliz têm surgido. Nesse sentido, é relevante analisarmos as principais consequências dessa problemática na sociedade.


 Atualmente, as redes sociais vêm sido usadas como vitrines de uma nova maneira de felicidade.  O álbum de fotos das férias, a atualização do status de relacionamento, as fotos do novo carro. Ao abrirmos redes sociais, como Facebook e Instagram, nos deparamos com inúmeras publicações de pessoas em situações de júbilo. Retratar os bons momentos tem se tornado o maior uso dessas plataformas, o que acaba por reforçar a ideia de que a grama do vizinho é sempre mais verde.


 Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman “As redes sociais são muito úteis, mas são uma armadilha.”. Nos dias de hoje, o modelo ideal de vida tem sido cada vez mais mostrado através das redes.  A idealização desse novo conceito de felicidade faz com que o ser humano se desgaste em busca de um ideal inalcançável. A constante comparação, e cobranças a que nos submetemos tende a trazer sérios danos à nossa saúde mental e física, como a depressão e exaustão.


 Sendo assim, a mídia deve desmitificar a ideia de um modelo ideal de felicidade, por meio de campanhas que mostrem além do que é vendido nas redes. Para que assim, menos preocupadas em atingir essa meta, a saúde das pessoas seja preservada. A sociedade, nesse sentido, deve atentar-se à dualidade do que é visto, a fim de desprender-se desse conceito de sucesso e diminuir os danos causados por essa prática.

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