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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

   É de conhecimento geral que, graças as inovações de comunicação e transporte durante Revolução Técnico-científica-informacional, a popularização do uso da internet e o "encolhimento do mapa mundi", como cita o geógrafo Dadid Harvey, proporcionou diversas mudanças nas relações sociais. Algumas com efeitos negativos, como o uso de redes sociais para mascarar a realidade da populaçaõ moderna.


   Primordialmente, é necessário enfatizar que o Brasil, atualmente, lidera o ranking de depressão e ansiedade da América Latina, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso, junto a necessidade de simular uma vida pública perfeita, faz com que a população se sinta cada vez mais pressionada com os rótulos sociais.


   Além disso, segundo o filósofo Zygmunt Bauman, estamos condenados a infelicidade por ostentar coisas banais para impressionar a sociedade ao nosso redor, fazendo com que ocorra isolamento daqueles que não possuem poder de compra, gerando altos índices de ansiedade e descontentamento pessoal.


  Portanto, diante os fatos supracitados, é necessário que o Estado, por meio de publicidade, conscientize a população dos prejuízos causados por tal alienação e, juntamente ou Ministério da Educação, promova palestras e seminários paar formação de cidadãos mais críticos. Além disso, é crucial investimentos no Ministério da Saúde para que haja disponibilidade de psicólogos em instituições públicas.


   Somente assim, será possível combater a alienação enraizada na sociedade nas últimas décadas e, possibilitar a autonomia da população.

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