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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

  O HIV, vírus causador da imunodeficiência adquirida, teve seu início da década de 80. Desde então, muitos tratamentos eficazes foram criados e o portador da doença tornou-se propenso a ter qualidade de vida. Apesar disso, percebe-se, atualmente, que os casos de HIV em idosos estão crescendo alarmantemente. Dessa forma, a problemática segue intrinsicamente associada à realidade, seja pela negligência dos idosos em procurarem ajuda médica, seja pelo preconceito enraizado na sociedade em relação à doença.


  Cabe pontuar, a princípio, que o descaso das pessoas da terceira idade com cuidados médicos está entre as causas do problema, uma vez que em suas épocas a educação sexual era banalizada no ambiente familiar. Um exemplo disso é a negligência dos mais velhos em utilizarem preservativos durante as relações sexuais, fato que contribui diretamente para a disseminação dos casos de HIV nesse público. Consoante ao filósofo Confucio, conhecimento real é saber a extensão da própria ignorância. De maneira análoga, é necessário que haja uma educação sexual ostensiva aos idosos, a fim de conscientizá-los sobre os riscos do HIV.


  Outrossim, a discriminação por parte do público em relação ao HIV corrobora a persistência do viés, haja vista que a vulgarização, associada ao medo de contaminação, impede que os idosos procurem ajuda por terem receio da reação familiar. Para Augusto Cury, psicanalista brasileiro, o sonho da igualdade só irá prosperar no terreno do respeito pelas diferenças. Similarmentea a esse pensamento, nota-se que a população ainda carece de princípios éticos para enfrentar a deficiência autoimune na terceira idade.


 É evidente, portanto, a necessidade de elaborar medidas que visem a erradicação da ausência de cuidados quanto a prevenção e tratamento do HIV na terceira idade. Destarte, faz-se mister que o Ministério da Saúde promova palestras voltadas às formas de prevenção do HIV , ministradas por profissionais da saúde, em ambientes públicos. Assim, os idosos poderão se familiarizar sobre os cuidados necessários para mantê-los seguros. Ademais, o ministério da educação, em parceria com as grandes redes televisivas, deve elaborar propagandas nos horários nobres de audiência sobre as possibilidades de tratamento do HIV. Dessa forma, talvez, a trivialização do HIV na terceira idade possa ser superado.


  

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