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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

A felicidade é um sentimento momentâneo que sempre existiu na essência de cada ser e que hoje ele é disseminado, mesmo que fictício, no mundo virtual.


Com o avanço da tecnologia e o acesso as redes em massa, saber sobre o outro e divulgar a própria vida na internet é viral e tendencioso entre pessoas do mundo todo; Mas tudo virou competição entre quem viaja mais, veste melhor, é mais feliz, entre outras vantagens. A mesma necessidade da auto-exposição causa depressão e frutração alheia pelo fato de enxergar no outro apenas cosias boas e acreditar que a própria vida é infeliz comparado ao das redes sociais. Logo então o outro posta a própria realidade paralela do que acha ser interessante e admirado pelos outros, onde o excesso esconde o vazio de uma vida fictícia que se expõe em competição as outras, gerando cada vez mais pessoas dependentes da internet, ricos de amigos virtuais e distante das amizades reais; A vida sai do palco da existência para o palco ilusório das redes sociais.


Presenciamos jovens cada vez mais depressivos e antissociais pela falta do contato direto e o afeto real. É nítido que precisamos de uma pausa no mundo virtual, e que antes de nossas crianças aprenderem a manusear uma maquina, comecem primeiro a interpretar um livro para assim se familiarizar e intereagir com o mundo real  para que o virtual seja apenas uma opção de comunicação entre as pessoas.


 

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