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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

   O Brasil sendo o terceiro maior numero de usuários do mundo de redes sociais está fazendo com que  essa utilização seja a principal propulsora de distorção da realidade,ocasionando um elevado nível  de ansiedade e problemas relacionados a própria autoimagem.Transformando em conflitos as discordâncias de opniões e as diversidades em inimigos a serem combatidos.


    O conceito abstrato de um termo como a felicidade se torna menos reflexivo para com suas infinitas possibilidades quando as redes socias nos bombardeia com um receita pronta do que ela deva ser.Uma distorção total do propósito existêncial que construimos com nossas vivências individuais e subjetivas,que vai de encontro com esse mito de uma roupagem de tamanho único que cabe em todos do que é felicidade, com viagens ao "Jardin do Èden" a corpos análagos a esculturas gregas e pratos preparados para serem fotôgenicos.Causando verdadeiras tempestades de sentimentos de ansiedade,insegurança e impotência de realizações.


   Além dos algoritmos nos encaixotar em ilhas de conforto de pensamentos e opniões idênticas rejeitando o que é diferente.Retirando nossa principal caractéristica virtuosa de consciência humana que é a empatia, deixando exclusa infinitas realidades possíveis diminuindo nossa capacidade de dialogos e alimentando discursos de ódio,racismo e violência.


     Portando no Brasil a nova cultura de felicidade deve ser voltada para a tradição cordial afetuosa que sempre esteve ligada ao diálogo empático,dando o máximo de liberdade ao indivíduo como ser e que o uso de redes sociais sejam espaços de convívio virtual democrático.E que a busca da felicidade não seja pautada em redes sociais e que tenhamos como premissa que o que se passa nesses ambientes são somentes pixels vistos de uma janela de um trem em alta velocidade que é a vida.

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