ENTRAR NA PLATAFORMA
Redes sociais e o novo conceito de felicidade

Com o advento dos aparelhos eletrônicos e o surgimento das redes sociais, criou nos utentes uma nova percepção sobre o conceito da felicidade. Nesse contexto, hodiernamente, as redes sociais se tornaram um lugar propício para as pessoas se auto divulgarem, enaltecendo sempre aos seus seguidores uma visão positiva de vida. Sendo assim, infelizmente, a partir de uma análise psicossocial diversos indivíduos estão cada vez mais preocupados na imagem que irão passar ao público, uma vez que faz surgir doenças como o narcisismo, a ansiedade e a baixa-autoestima.


Em primeiro lugar, é válido salientar que a visão positiva ou negativa das redes sociais depende de como os indivíduos a utilizam. Diante ao exposto, blogueiras e famosas usam as redes com o intuito de divulgarem sua própria vida, um produto ou certos pensamentos, sejam eles sociais ou políticos. Assim, certos usuários acabam sendo influenciados por esses “digitais influencers”, criando uma visão alienada sobre os padrões impostos pela mídia, uma vez que resulta em uma insegurança de que, o que irá postar ganhará ou não um ótimo reconhecimento social. Em suma, urge o filme “Wifi Ralph: Quebrando a Internet”, no qual mostra de forma sucinta uma viagem dentro da Internet, abordando um mundo líquido onde os utentes conseguem ser persuadidos pelos famosos.


Por conseguinte, o uso exacerbado desses meios de comunicações culmina por outro lado em demasiados problemas psicológicos. Segundo Bauman, filósofo e sociólogo, as relações interpessoais são como a água, uma vez que escorre fácil pelo vão dos dedos, ou melhor, essas relações se desfazem facilmente por problemas bobos. Ou seja, muitas pessoas se preocupam demais em qual imagem irá passar para alguém, principalmente, nos aplicativos de relacionamento. Em síntese, essa preocupação exacerbada faz emergir ao cidadão problemas como a ansiedade, a baixa autoestima ou até mesmo a depressão.


Portando, faz-se necessário mitigar problemas relacionados ao uso desregulado das redes sociais em detrimento de suas consequências. Para isso, cabe ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), em parceria ao Ministério da Saúde, promover palestras socioeducativas, a sociedade, principalmente aos jovens, sobre auto aceitação, a desconstrução do culto à beleza, e o uso correto das redes sociais em benefício ao cotidiano. Destarte, essa ação deve ser feita por meio de psicólogas, e influenciadores digitais, com o fito de amenizar essa problemática social, midiática e certas pessoas com pensamentos líquidos.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde