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Redes sociais e o novo conceito de felicidade

   Com o advento da 4ª Revolução Industrial, no século XXI, as mídias sociais passaram a ganhar força e serem difundidas a nível mundial. Atualmente, já nota-se a grande dependência provocada pela internet, envolvendo principalmente o uso de redes sociais que, por abranger um público global, apresentam-se como fatores influenciadores das formas de pensar e agir, bem como dos estados emocional e psicológico dos indivíduos.
   Em primeiro plano, é válido analisar a máxima do sociólogo francês Émile Durkheim, ao mencionar que a sociedade é quem molda o indivíduo. Dessarte, por serem palcos de diversas relações sociais a todo momento, as redes sociais emergem como fatores alienantes que influenciam no pensamento e na ação daqueles que com elas e nelas convivem. Logo, é nítido que tal campo merece atenção dedicada, principalmente pelos poderes de influência e de alcance que detém.
   Por conseguinte, é basilar notar que, por passarem boa parte do seu tempo na chamada 'realidade alternativa' que é a internet, as pessoas têm seu humor e, consequentemente, seu estado emocional intimamente ligados àquilo que é vivido nas mídias sociais. Atualmente, os conceitos de felicidade e de realização, por exemplo, estão atrelados ao quão boa sua vida aparenta ser nas redes, o que acaba pondo a saúde mental dos indivíduos em risco, já que ao ver outros em um patamar social mais elevado, desenvolvem pensamentos negativos por não estarem equivalentes.
   Logo, é míster que se intervenha na problemática abordada. É dever do Estado instruir e fiscalizar cada vez mais o uso das redes sociais, por meio de propagandas amplamente difundidas nos meios tradicionais de comunicação e nas mais variadas plataformas online, e estabelecer, por meio de alterações na Lei Vigente conhecida como 'Marco Civil da Internet', maior controle de tráfego pelos órgãos responsáveis, tal qual o Ministério da Tecnologia - MCTIC-, a fim de promover um uso mais consciente da internet, bem como deter linhas de pensamento nocivas à saúde humana, comumente criadas pelo convívio social. Só assim notar-se-á um mundo digital ideal, onde os indivíduos convivem saudavelmente e extraem todas as vantagens oferecidas por ele, tendo sua saúde mental preservada e todos os seus direitos assegurados.

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