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Racismo Velado

Desde o descobrimento do Brasil por volta de 1500 , 1530 a escravidão de negros já existia nos países colonizados. No entanto, o rei de Portugal lucrava com cada escravo comprado da Africa,então, por interesses maiores, o tráfico negreiro no Brasil havia começado e a exploração da mão de obra sem valor também. Dado a isso, o racismo e a falta de integração do negro na sociedade ainda é notório no país,ou seja, desde o fim da escravidão a discriminação por causa da cor,etnia e descendência ainda é explícito nos dias de hoje.


Em princípio, o Brasil foi o último país a abolir a escravidão,ou seja , foram mais de 300 anos de sofrimento até a assinatura da Lei Áurea no ano de 1888. Contudo, em pleno século XXI o preconceito com estes ainda existe, visto que para muitos a cor da pele é o que diferencia o caráter, e no caso das pessoas negras, permanece a dúvida se é ou não um delinquente . Segundo dados da revista exame,no ano de 2018 uma funcionária da loja de grife Animalia São Paulo, expulsou uma criança da calçada pelo simples fato dele ser negro.Tristemente, o caso foi abafado pela mídia mas apesar disso, o pai indignado com a atitude preconceituosa dessa funcionária,publicou em sua página do Facebook sobre o acontecido e a notícia se espalhou pelo mundo. Diante desses fatos, é evidente o desrespeito, a malícia e a falta de tolerância com essas pessoas .


Hodiernamente, a frase de Bob Marley 'enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá guerra', lembra muito a formação de Quilombo de Palmares em 1630,em que Palmares resistiu e lutou contra a opressão política à escravidão na época. Nos dias de hoje, a resistência contra o racismo ainda persiste e a cada dia que passa , torna-se mais forte a luta para uma igualdade racial e democrática. Todavia, a integração do negro nas escolas e no mercado de trabalho ainda é bem defasada, dado que até pouco tempo as mulheres negras e mulatas eram quase restritamente destinadas a trabalharem em serviços de baixa qualificação profissional,com reduzidos salários e baixa mobilidade social. Por conseguinte, a lei áurea serviu sim para a abolição, mas não serviu para integrar o Afrodescente a sociedade.


Portanto, é essencial a expansão de programas que, de fato, modifiquem a pouca aceitação negra na sociedade como forma de combater o racismo. Para isso, é preciso que o Ministério da Educação, junto com o Estado disponibilizem verbas para a contratação de professores qualificados de universidades públicas,de modo a conscientizar os alunos por meio de palestras educativas sobre a persistência do racismo na sociedade brasileira e o quão prejudicial é a prática da discriminação racial.

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