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Prevenção da obesidade no Brasil
Durante o período do Brasil Colônia, no século XVI, o açúcar refinado era uma iguaria da elite europeia. Entretanto, atualmente, o amplo acesso aos alimentos açucarados e gordurosos, somado ao sedentarismo, tem causado o aumento da obesidade da população. Assim, são necessárias melhorias na alimentação e modo de vida da população para a prevenção da doença.
Primeiramente, interesses econômicos devem ser revistos para a resolução do impasse. Nessa perspectiva, de acordo com Karl Marx, as ideias dominantes são reflexos dos interesses das classes privilegiadas, impostas por empresários do setor alimentício insalubre, como os donos dos "fast foods" (comidas rápidas), os quais lucram com a venda de produtos que agravam o sobrepeso, mas ainda assim investem em fortes propagandas que vinculam a felicidade ao consumo dessas comidas. Dessa forma, é preciso desmistificar a alimentação ao sentimento do prazer.
Não obstante, a população deve ser instruída a adotar um padrão de vida menos ocioso. Destarte, considerando que, segundo Pitágoras, o ser humano é resultado de sua educação, equipar praças com equipamentos de ginástica, como o fez algumas prefeituras, porém sem orientar acerca de seu uso, torna-se pouco efetivo para estimular a prática das atividades físicas. Logo, a sociedade deve entender os tipos de atividades que podem praticar.
Convém, portanto, que a Câmara dos Deputados Federais elabore uma emenda constitucional que imponha a sinalização dos perigos das comidas insalubres em suas embalagens, tal como ocorre com cigarros, a fim de desvincular a felicidade dos alimentos que agravam o impasse. Ademais, as ONG?s esportivas devem promover palestras na comunidade, com a presença de educadores físicos que ensinem exercícios e atividades que podem ser feitas em praças ou em casa, de modo que se diminua o sedentarismo e se previna a obesidade.

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