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Prevenção da obesidade no Brasil
Percebe-se que, no Brasil, a obesidade é um entrave que está cada vez mais presente. Nesse contexto, é imperioso analisar as consequências dessa questão. Desse modo, dois fatores fazem-se relevantes: o legado histórico-cultural e as adversidades dos millennials.
Em primeiro lugar, verifica-se que, desde a Antiguidade, pessoas que tinham maior massa corporal eram consideradas as mais saudáveis. Comprova-se isso pelo fato de que muitos familiares passados ensinavam seus filhos a se alimentarem bastante para não ficarem magros, haja vista que a magreza era relacionada à falta de saúde. Essa situação, juntamente à ausência de informação, corrobora a ideia de que a obesidade é resultado de um legado histórico-cultural. Nesse ínterim, o nexo de que pessoas com mais gordura são mais sadias enraizou-se na hodierna densidade demográfica.
Ademais, observa-se que há vários problemas existentes na nova geração que impelem o aumento da obesidade. Nesse sentido, os millennials -sociedade configurada pelo consumismo e pela tecnologia ascendente do século XXI- enfrentam dificuldades em organizar o horário de dormir, alimentação e exercícios físicos devido à rotina acelerada que têm. Dessa forma, prejudicam o metabolismo do organismo e, por conseguinte, há o crescimento do peso.
Em face do exposto, intentando uma comunidade vigorosa, conforme Auguste Comte, "é preciso saber prever a fim de prover". Assim, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde devem realizar projetos e campanhas que visem alertar a população sobre as adversidades que causam a obesidade e como ela pode ser evitada, por meio de políticas públicas e dos veículos comunicativos, com intuito de informar e tornar mais saudável a vida dos brasileiros. A começar por esses aspectos, o bem-estar da sociedade como um todo poderá ser garantido.

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