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Preconceito linguístico

Muito se debate hoje, a respeito do preconceito linguístico no território brasileiro. Fazendo-se uma síntese com a história do Brasil, nota-se que desde o descobrimento do país pelos portugueses, os atuais estados sofreram colonização de diversos países europeus, Como consequência, cada federação tem seus costumes, falas e modo de interagir em uma mesma nação.
Pode-se mencionar por exemplo, os estados sulistas que houve uma grande influência da cultura alemã e italiana e também a região nordestina com a produção açucareira colonial holandesa. No entanto, é notório a falta de aceitação cultural de nativos de determinadas regiões, principalmente contra povos do Norte e Nordeste. De acordo com o IBGE, estas áreas possuem índices educacionais inferiores as demais federações brasileira.
Segundo a Sociologia, o indivíduo desde o nascimento é influenciado pelos hábitos e costumes de sua sociedade. O filósofo e psicólogo francês Émille Durkheim, escreveu o fato social, que é a forma de o indivíduo agir e pensar de forma coletiva; dotada de exterioridade, coercitividade e generalidade. Seguindo essa linha de raciocínio, é necessário a presença do Estado para coibir atos preconceituosos, haja vista que o cidadão incorpora a cultura de seu meio e não existe pior e nem melhor forma de se expressar no mundo.
Levando-se em conta o que foi abordado, é mister dizer que cabe ao Estado através do Poder Judiciário coibir atos preconceituosos linguísticos, culturais e através da mídia lançar campanhas publicitárias de conscientização da população com relação as diferenças. Faz-se também necessário o investimento à educação, valorizando os professores e as regiões citadas anteriormente que carecem de uma melhor estrutura. Por fim, à medida que os pais incentivarem os filhos sobre a importância da educação, será reduzido drasticamente as diferenças socioeconômicas de uma nação.
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