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Preconceito linguístico

A obra “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, apresenta a vida de uma humilde família nordestina e seus costumes lidando com a seca da região, além da representação rica linguagem regional característica do nordeste brasileiro e toda sua diversidade. Contudo, fora da realidade ficcional, a sociedade brasileira a diversidade linguística de algumas regiões são vistas com desprezo e motivo de piada por parte da população, sendo assim, um preconceito que precisa ser combatido a partir da educação e divulgação da diversidade cultural do Brasil.


A princípio, a educação se torna essencial para enfrentar o preconceito linguístico na realidade nacional. Dessa forma, Jean Piaget, pensador Suíço, explicita a realidade das escolas modernas, em que se estrutura em um modelo que não estimula o pensamento crítico dos alunos e muito menos a conviver com as diversidades dos seres humanos, apenas se preocupam em dar as matérias necessárias aos estudantes para ser aprovado e passar de série. Logo, criam-se indivíduos presos a uma bolha, sem contato com diversos convívios e diversidades presentes na sociedade brasileira.


Ademais, é de suma importância divulgar essa causa a fim de gerar questionamento sobre esse tipo de preconceito a população visando remedia-lo. Nesse modo, Paulo Autran, renomado ator brasileiro, retrata que o preconceito nasce com a ignorância em relação a determinado assunto, no caso, o preconceito linguístico. Consequentemente, a população brasileira, sem conhecimento sobre o assunto, vive reproduzindo atos preconceituosos enraizados na sociedade brasileira a respeito do linguajar brasileiro de algumas regiões.


Portanto, é fundamental buscar combater o preconceito linguístico impregnado na sociedade brasileira contemporânea. Para isso, o Ministério da Educação deve estimular o aprendizado sobre as culturas brasileiras e seus comportamentos por meio do ensino em relação a diversidade regional nacional, a fim de reduzir educar os alunos a respeitar as diferenças de costume e linguística das regiões do Brasil. Além disso, o Ministério da Cidadania pode impulsionar a diversidade regional através da divulgação de projetos que proporcionem promover o pensamento de respeito as culturas das regiões brasileiras, para que as linguagens características de povos brasileiros, como na população do livro de Graciliano Ramos, sejam  vistas com admiração e não com deboche e preconceito.

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