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Preconceito linguístico

Com a expulsão dos Jesuítas no século XVIII e a proibição do ensino em qualquer língua que não fosse o português, iniciou-se a imposição de uma norma padrão linguística no Brasil. Nesse sentido, mesmo com a diversidade de regionalismos, sotaques e jargões, o preconceito inerente ao modo de se expressar está presente, frequentemente, desse modo, causando a exclusão social e até violência física e psicológica.
A língua como ferramenta de poder em uma sociedade, quando usada de forma incoerente a norma culta, muitas vezes, torna-se motivo de segregacionismo social. Assim, mesmo que seja fluida e que não possua o certo e o errado na comunicação, o preconceito relacionado a fala considerada fora da norma padrão está presente em diversos meios sociais, como o fato que repercutiu no Brasil, na cidade de São Paulo, em que um médico expôs um paciente nas redes sociais, quando em uma consulta ele disse palavras consideras erradas a ortografia.
Outrossim, a tentativa de corrigir o jeito de falar e escrever de uma pessoa pode deixá-la intimidada e envergonhada. Desse modo, problemas psicológicos podem vir a surgir, por exemplo, o medo de se expressarem novamente. Por conseguinte, há meios de comunicação que reforçam estereótipos da língua, como as novelas, que forçam um sotaque nordestino, por exemplo, geralmente, ao que não condiz com a realidade falada da região. Esse fato, muitas vezes, constrange ao público que vive nessa região, além disso, ao frequentarem outras regiões, o preconceito é frequente e pode vir causar ate violência física.
Infere-se, portanto, que é preciso combater o preconceito linguístico no Brasil. Destarte, cabe ás escolas realizarem palestras sobre a problemática, por meio de palestras e debates, com a presença de professores especializados no assunto e também de psicólogos para falaram sobre o assunto e os danos que causam a quem sofre, para assim, amenizar a situação vigente. Ademais, a mídia deve falar sobre o assunto em propagandas de TV, já que atinge um público alarmante, para que assim, conscientize pessoas de todo o Brasil sobre a temática. Para mais, o ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação deve publicar campanhas nas redes sociais, para serem curtidas e compartilhadas, de modo que consiga abordar o tema explicando o assunto e alertando sobre, e assim, contribua para sanar a problemática.

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