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Preconceito linguístico

O físico Albert Einsten afirmava que "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Analisando o pensamento do físico, é notório que esse preconceito está diretamente ligado as variações linguísticas, outrossim, à problemática ocorre principalmente pelo famoso "jeitinho brasileiro", entrelaçados á padrões, que quando não encaixados a determinado meio, a ocorrência de desigualdades e exclusões são inevitáveis.
Em primeira instância, é preciso ressaltar que, o Brasil desde meados traçam em suas relações sociais, os chamados estereótipos, por conseguinte, o meio que não se adequa a esse padrão é excluído. Ademais, uma das áreas mais exclusas nesse termo é o Nordeste, onde a mesma sempre é colocada em um nível inferior das demais em questões linguísticas. Dessa forma, o preconceito prevalece, e também a desigualdade.
Além disso, quando essa exclusão ocorre, a sociedade esquece que as variações também são formas de práticas culturais. Nesse interím, de acordo com a Sociologia, cultura são hábitos e costumes de um determinado grupo, ligado à abordagem é de extrema importância, pois, o Brasil contemporâneo é um país miscigenado. Desse modo, a busca pela "fala perfeita" prejudica de forma errodita o país, intensificando ainda mais os níveis de desigualdades.
Percebe-se, destarte, que muitos fatores dificultam a resolução do empecilho, que precisa ser imediatamente ser combatido. Partindo dessa reflexão, a sociedade deve, a partir das redes sociais promoverem postagens sobre o quão o preconceito é prejudicial nessa perspectiva, objetivando, sobretudo, no combate à exclusão e a desigualdade. Além disso, é imprescindível que as escolas abordem frequentemente questões sobre essas variações em seus ensinos pedagógicos, visando evitar essa problemática, e combatê-la. Assim, o preconceito dito por Einsten será parcialmente amenizado.
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