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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

O livro "Capitalismo e Colapso Ambiental", de Luiz Marques, retrata sobre o caos ambiental no qual a sociedade está imersa e, consequentemente, proporciona reflexões acerca de problemáticas ambientais instauradas na contemporaneidade. De maneira análoga, tal fato não corresponde, em sua totalidade, ao hodierno cenário brasileiro, uma vez que a poluição do ar causa impactos na saúde e é ignorada. Nesse sentido, a questão estatal atrelada às técnicas de agricultura corroboram o empecilho.


Em primeira análise, é indubitável que o desinteresse por parte do governo perante a emissão de gases tóxicos permite a perpetuação dos danos no bem-estar populacional. Segundo o palestrante Anthony Robbins, as pessoas sabem o que deve ser feito e não fazem. Sob tal óptica, o Estando tem consciência de que é preciso fiscalizar as indústrias, as quais mais emite diversas toxinas, e preservar a qualidade de vida do corpo social, entrentanto não executa nada. Em razão disso, há um aumento da poluição atmosférica, a qual ocasiona problemas respiratórios e agravam as chances de desenvolver câncer. 


Ademais, a forma atual da agricultura afeta diretamente no imbróglio em questão. Sendo assim, é inegável que há um uso exarcebado de fertilizantes industriais, os quais lançam inúmeras substâncias tóxicas, dentre elas a amônia para o meio ambiente que posteriormente vai para o ar. Logo, há uma contaminação pelo elemento, que é inalado pelo homem e assim, gera doenças devido a toxidade, pode ocasionar infertilidade e em casos mais graves, a morte. 


Portanto, faz-se necessária uma ação para mitigar a poluição atmosférica e seus impactos. Para tanto, é mister que o Ministério do Meio Ambiente - órgão responsável pela preservação da natureza e do meio ambiente - fiscalizar as indústrias e controlar a emissão de toxinas, por meio de "batidas surpresas", ou seja, aparecer na fábrica em uma data sem notificar, e também instalar equipamentos para monitorar e enviar dados acerca dos poluentes nos distritos, a fim de evitar a contaminação e reduzir os problemas de saúde. Outrossim, é preciso que o Poder Legislativo Federal crie uma lei a qual proiba o uso de fertilizantes não naturais. Em vista disso, será possível começar a refletir acerca do cenário caótico e reverter a situação, aproximando da obra supracitada.

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