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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

Em "O auto da barca do inferno", Gil Vicente, o pai do teatro português, tece uma crítica ao comportamento vicioso do século XVI. Fora da ficção, o Brasil do século XXI demonstra as mesmas conotações no que se refere a poluição do ar e seus impactos na saúde da população. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um problema com contornos específicos em virtude da base educacional lacunar e a falta de conhecimento.
A princípio, a base educacional lacunar caracteriza como um complexo dificultador. Para Kant, ser humano é resultado da educação que teve. De acordo com essa perspectiva, se há um problema social, há como base uma lacuna educacional. No que tange a poluição do ar, vê-se uma forte influencia dessa causa, uma vez que a escola não tem cumprido seu papel, pois não está trazendo às salas de aula conteúdos que ajam na resolução do problema.
Além disso, os impactos da poluição encontra terra fértil na falta de conhecimento. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa da questão: se as pessoas não tem acesso à informação séria sobre os impactos da poluição do ar , sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.
Por tudo isso, faz-se necessário uma intervenção pontual na problemática. Para que isso ocorre , o MEC (Ministério da Educação), deve desenvolver palestras em escolas, a serem web conferenciadas nas redes sociais desses órgãos, por meio de entrevista com vítimas do problema e especialistas no assunto, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema e erradica-lo. Dessa maneira a proposição de Kant será concretizada na realidade brasileira.

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