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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

         Em 1952, um dos maiores eventos de poluição já registrado, o Big Smoke (Grande Fumaça), tomava forma na Inglaterra. Diante desse acontecimento, a problemática da poluição, que é a contaminação do ar por gases, líquidos e partículas sólidas em suspensão, ganhou notoriedade e abertura para sua resolução. Entretanto, essa situação ainda causa graves impactos na saúde da população atualmente.


          Em primeiro lugar, é necessário observar que há dois tipos de poluição: primária e secundária. A poluição primária é aquela emitida diretamente no ar em razão de, principalmente, de ações antrópicas. Diante disso, a quantidade desse tipo de poluente cresceu aceleradamente logo após a Primeira Revolução Industrial que utilizava como matéria prima a queima de combustíveis fósseis e produzia produtos poluidores como os carros. Como consequência, em 1952, quando uma frente fria atingiu a Inglaterra, os gases emitidos nas queimas de combustíveis não se dispersaram na atmosfera, devido à inversão térmica, causando o Big Smoke que teve alto número de mortes em virtude de doenças respiratórias e asfixia por Monóxido de Carbono (CO).


          Sob o mesmo ponto de vista, a poluição secundária, que é aquela em que os gases lançados no ar reagem com os componentes da atmosfera gerando substâncias tóxicas, também gera consequências para a saúde da população. Por exemplo, os gases Clorofluorcarbonetos (CFCs), emitidos por sprays e inseticidas, quando em contato com outros gases causam danos à camada de ozônio. Por conseguinte, essa abertura na camada permite a entrada de raios ultravioletas que podem causar câncer de pele no ser humano. Além disso, essa situação é agravada pelos padrões defasados de controle de poluição impostos pelo governo.


        Pode-se dizer, portanto, que a poluição é um problema de saúde pública e deve ser solucionado. Por isso, é necessário que o governo organize conferências para debater os padrões de poluição com o intuito de adequá-los ao atual momento. Ademais, é preciso que o Estado fiscalize, por meio de leis, e institua multas às empresas que emitirem mais gases do que permitido. Assim, a poluição não causará tamanho prejuízo à humanidade e ao planeta.

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