ENTRAR NA PLATAFORMA
Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

 A Revolução Industrial inundou o século XVIII com inúmeras transformações. Entre elas, o
cenário urbano, onde as chaminés fumegantes se tornaram cada vez mais comum. Foi
nesse contexto que a apropriação indiscriminada do homem sob os recursos naturais
acentuou-se. Um das consequências mais nítidas aos sentidos humanos é poluição atmosférica, responsável pela má qualidade do ar. 


 Uma das principais contribuintes para a toxidade atmosférica é a emissão de gases
oriundos da queima de combustíveis fosséis. A inalação dessas micropartículas  comprometem o sistema cardio-respiratório e afetam o ciclo celular, o que pode induzir ao
surgimento de câncer. Recentemente, um estudo realizado pela Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) analisou a relação entre obesidade e derivados da queima do diesel.
Conforme a pesquisa, a exposição ao poluente afeta o equilíbrio glicêmico e induz a
inflamação do tecido adiposo.


 Segundo dados da ONU, foram registradas 51 mil mortes relacionadas à poluição
atmosférica. Um número expressivo como esse alerta para que o problema seja tratado
como questão de saúde pública. Buscar alternativas que reduzam os impactos nocivos à
saúde significa propor garantias para uma melhor qualidade de vida no futuro.


 Diante do exposto, cabe ao Estado estimular a produção de energia limpa, provenientes de
fontes alternativas aos combustíveis fósseis, além de conferir o investimento necessário
para que as Universidades avancem nas pesquisas relacionadas ao tema. Por fim, cabe à
mídia abrir espaço para o assunto, por meio de propagandas e reportagens televisivas,
afim de gerar a conscientização do problema. Destarte, será possível reduzir os riscos de doenças ligadas ao ar contaminado elevar o nível de bem estar social.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde