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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

   Em 1992, no Rio de Janeiro, ocorreu a Rio 92, uma reunião entre os países que retomou o assunto sobre as mudanças climáticas, tendo como um de seus pontos de discussão a poluição do ar atmosférico. Nessa conferência ,diversos tratados foram feitos para beneficiar o meio ambiente e a população ,mas para que isso aconteça ,as grandes empresas teriam que investir em diferente modos de produzir e de se livrar de seus rejeitos sólidos e principalmente gasosos .Contudo, percebe-se que tais medidas não se tornaram realidade na maioria dos países e muito menos no Brasil, por causa da falta de leis que obriguem as industrias à aderirem medidas de preservação e pela falta de informação que a população tem sobre a situação ambiental do mundo e de seu próprio país. Assim cabe analisar sobre as causas e consequência do problema supracitado.
   Primeiramente, cabe observar sobre o motivo pela qual o Estado não força as medidas de sustentabilidade sobre as empresas. No Brasil, desde o período Oligárquico, os políticos sempre tiveram apoio de grandes empresários, fazendo com que seus desejos fossem sempre alcançados com maior facilidade. Atualmente esses esquemas ainda acontecem, fazendo com que leis de preservação ambiental acabem sendo barradas no congresso, com um discurso de que não se deve haver ainda mais regulações em nosso sistema. Porém, segundo dados da OMS, 51 mil pessoas morrem por causa da situação do ar no Brasil, mostrando a urgente necessidade de impor regulamentações eficazes de sustentabilidade nas empresas brasileiras.
   Outrossim, é fato de que o Governo não deixa transparecer a verdadeira situação do meio ambiente para a população. Na realidade da educação brasileira, percebe-se que até mesmo parte das pessoas que se formam no ensino médio não sabem a realidade de nosso ecossistema, ficando apenas com o conteúdo raso que é passado pelos professores em nosso sistema educacional. Esse fato é uma consequência de que quase todo o currículo mínimo é feito por burocratas e não por professores capacitados que entendem a real necessidade de seus alunos. Por causa disso, a população fica a mercê de matérias que são jogadas na mídia, podendo ser falsas ou verdadeiras, mas que com a falta de conhecimento prévio, acabam acreditando em tudo. Torna-se assim, inaceitável que em um país signatário do Tratado Universal dos Direitos Humanos, que sua população não tenha acesso à informação de qualidade sobre o meio ambiente e ficando a expostos à matérias forjadas para enganar a população.
   Desse modo, o Legislativo deve criar leis que protejam o ar e a saúde da população de nosso país, por meio de leis ordinárias, que são mais fáceis de serem aprovadas, que imponham às empresas a colocarem filtros nas chaminés e as montadoras de automóveis a colocarem filtros nos canos de descarga dos carros. Por outro lado, cabe ao Ministério do Meio Ambiente e ao da Educação levarem informação de confiança à população, por meio de palestras nas escolas e propagandas na mídia, com dados e opiniões passadas por profissionais da área e com relatos de vida de pessoas que passaram por problemas de saúde por causa da poluição. Espera-se com isso, que com a maior regulação nas empresas e com o povo ciente do que realmente acontece, que a população começara a ser mais consciente em seus atos e que em qualquer problema futuro sobre o assunto, eles detectarão e lutarão pelos seus Direitos.

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