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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

 No filime "WALL-E", a população mundial vê-se obrigada a mudar-se da Terra devido à impossibilidade de sua sobrevivência diante do extremo quadro de poluição atmosférica apresentado pelo planeta. Fora da ficção, a poluição do ar e seus alarmantes impactos são uma realidade no hodierno cenário global, sobretudo no Brasil. Sob tal ótica, cabe o debate acerca dos agentes causadores, consequências e possível solução da problemática.


 A priori, é fulcral pontuar a baixa atuação governamental na criação de mecanismos coibidores da poluição como promotora do imbróglio. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por manter o bem-estar da população, entretanto, tal premissa não é observada na plenitude da sociedade brasileira, haja vista a negligência estatal no combate à poluição atmosférica que, por sua vez, gera grandes prejuízos à saúde da população. Nesse contexto, destaca-se a carência de iniciativas eficazes de controle da emissão de gases poluentes advindos tanto das atividades industriais, quanto do alto fluxo de veículos automotores em grandes centros urbanos, como reflexo do quadro vigente de desamparo governamental. Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.


 Ademais, salientam-se os graves prejuízos à saúde da população como preocupantes frutos do problema. Segundo dados divulgados pelo portal G1, as mortes causadas pela poluição do ar aumentaram 14% entre os anos de 2006 e 2016. Diante dessa perspectiva, destacam-se os acentuados impactos maléficos da poluição atmosférica no quadro da saúde brasileira. Nesse sentido, a poluição do ar configura-se, portanto, como um grave agente prejudicial à sobrevivência e qualidade de vida dos cidadãos, podendo ser explicitado, por exemplo, através das inúmeras doenças que podem ser ocorridas em sua função. Assim, faz-se notório que a problemática acarreta mazelas que evidenciam a emergência de sua resolução imediata.


 Destarte, medidas exequíveis são necessárias para mitigar o impasse de modo efetivo. Para tanto, cabe ao Legislativo promover a diminuição dos índices de poluição atmosférica, criando leis que estipulem às empresas fabris um limite máximo na emissão de gases poluentes por suas atividades, sendo, portanto, aplicadas multas de altos valores a essas empresas ante o não cumprimento do preestabelecido em lei, com o fito de, a médio ou longo prazo, diminuir a morbimortalidade descendente da problemática. Além disso, é necessário, ainda, que o Estado invista na construção de mais ciclovias com o intuito de incentivar a maior adoção de transportes alternativos, o que, por sua vez, atenuará a emissão de gases poluentes. Assim, será possível propiciar um meio ambiental mais saudável à população através da melhoria e manutenção da qualidade do ar atmosférico.

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