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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

   Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) garante a todos os indivíduos o direito à educação, saúde e ao bem-estar social. Conquanto, os transtornos ocasionados pela poluição do ar e seus impactos na saúde da população, que são gerados, não apenas pelos poderes de produção capitalista, como também pela ausência de leis que regulamentem tais atitudes, impossibilitam que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim de pleno funcionamento da sociedade.
    Desde a Primeira Revolução Industrial, com o estabelecimento das indústrias e do capitalismo em praticamente todo o mundo, havia um lançamento diário de gases poluentes para a atmosfera, por conta da queima de carvão mineral para a produção de bens industriais, afetando diretamente a respiração da população. Contudo, tudo indicava que com o passar do tempo medidas governamentais seriam tomadas para amenizar tal situação. Entretanto, apesar de séculos se passaram após a supracitada revolução, costumes antepassados de queima de combustíveis fósseis em alta escala perduraram hodiernamente, principalmente pelo interesse de fabricação de bens de consumo, visando lucro e trazendo centenas de consequências tanto para o meio ambiente, quanto no bem-estar dos cidadãos. Desse modo, faz-se mister a reformulação de tais atos de maneira urgente.
   Ademais, é fulcral pontuar que tal fenômeno deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se analisar-se o recente cenário de poluição ambiental na contemporaneidade, que por conta do descaso governamental em punir os responsáveis pela situação contemporânea, a população é afetada diretamente, tendo impactos, em muitos casos, irreversíveis em sua saúde. De acordo com pesquisas do médico patologista Paulo Saldiva,o morador de São Paulo, por exemplo, perde em média um ano e meio de vida por causa da poluição. No entanto, é inadmissível que em um Estado signatário da (DUDH) ; O governo não tome medidas que atenuem a problemática, com o intuito de garantir o bem da nação.
    Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater a continuidade do mencionado advento. Para tanto, urge que o Ministério da Saúde- em consonância aos órgãos governamentais - invista, por meio de impostos arrecadados, em fontes energéticas renováveis, com parcerias público-privadas que já desenvolvem pesquisa na área, visando implementar a médio e longo prazo usinas que não colaborem para a proliferação de tais doenças relacionadas a má qualidade do ar, para que os cidadãos não continuem submetidos a tais impasses. Com tais implementações, os problemas na poluição do ar serão uma mazela passada na História brasileira.

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