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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

         No final da Segunda Guerra, após atrocidades cometidas por diversos países, a ONU, no ano de 1948, promulgou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura a todos o direito à saúde e ao bem-estar social. Contudo, o grande índice de poluição do ar impossibilita que parcela da população desfrute disso na prática. Nesse contexto, devido ao grande número de queimadas realizadas nas florestas e ao baixo investimento em combustíveis sustentáveis, a saúde da população tem se tornado um problema devido a poluição do ar.


          A priori, a saúde e meio ambiente são uns dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição no ranking de economias, conforme aponta o site do G1, seria racional acreditar que o Brasil possua um sistema de preservação do meio ambiente eficiente. Conquanto, isso é utópico e os resultados desse contraste são refletidos no grande número de queimadas nas florestas registrados nos últimos anos. Segundo uma pesquisa realizada por Drauzio Varella pelo site da UOL, a poluição provoca doenças respiratórias graves e cerca de 44% da população brasileira sofre de algum distúrbio relacionado a isso. Diante disso, permitir a negligência de queimadas descontroladas é inadmissível.


          Faz-se mister, ainda, salientar o baixo investimento em combustíveis sustentáveis como impulsionador do problema. De acordo com os Pré-socráticos, filósofos da Grécia Antiga, todas as respostas e alternativas para o desenvolvimento da humanidade estão disponíveis na natureza e o mesmo deve viver em harmonia com o meio ambiente. Contradizendo tal pensamento, está a realidade brasileira no qual a sustentabilidade ainda é deixada de lado em relação ao desenvolvimento do país, isso retrata a falta de políticas públicas que conscientizem sobre o tema. Nessa perspectiva, já que vivemos em uma "modernidade líquida" em que a adaptação é uma das principais características, cabe às instituições sociais cobrarem mudanças.


          Infere-se, portando, que ainda há entraves que impedem a solidificação de políticas que visem um Brasil melhor. O poder Legislativo, em parceria com o IBAMA, deve criar leis e construir sedes de fiscalização nas florestas visando controlar as queimadas e a emissão de gases poluentes na atmosfera. Além disso, O governo juntamente de iniciativas privadas, devem desenvolver e investir em projetos de substituição do combustível fóssil por métodos de energia limpa, promovendo a restauração de uma atmosfera mais limpa para a população e diminuir os distúrbios respiratórios causados pelo ar impuro. a melhoria da qualidade do ambiente é gradual, seus resultados não serão imediatos, mas a partir dessas ações, cuidado e tempo, espera-se superar tais problemas.

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