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Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

 O conceito de “corpo social” de Durkheim permite analisar o fato de que a sociedade brasileira é regida por princípios e regras que norteiam a conduta humana de modo a garantir uma boa convivência. No momento em que tais princípios são rompidos, a emissão de gás carbônico na atmosfera torna-se um problema que influenciado pelo predominância das industrias perante aos seus indivíduos e pela constante destruição da natureza pode gerar consequências irreversíveis para o país, bem como o baixo fluxo de oxigênio na Terra.


   Em primeira análise, percebe-se que a predominância das industrias age como principal influenciador para a persistência do quadro de poluição na Terra. Sob essa perspectiva, o sociólogo francês Michel Foucault definiu através da ideia de “dispositivos de controle” que a era moderna é definida através da dominação que tem como objetivo domesticar o comportamento humano. Nesse viés, a sociedade brasileira atual encontra-se oprimida e obrigada a seguir determinados paradigmas como não reivindicar seus direitos constitucionais e conviver com a emissão diariamente de gás carbônico no setor, sem sequer perceber que é manipulada para agir de tal maneira. Dessa forma, ações nocivas e agressivas tornam-se naturalizadas e aceitas pelo meio social, o que resulta em mal estar social e geração de doenças.


   Além disso, cabe ressaltar que a poluição do ar burla preceitos constitucionais. Nessa perspectiva, a Constituição Brasileira promulgada em 1988, após duas décadas da Ditadura Militar, transformou a visão dos cidadãos perante seus direitos e deveres. Contudo, 20 anos depois de sua divulgação, o direito de obter uma saúde estável e adequada para o cotidiano continua impraticável. À vista de tal preceito, a ação do homem na destruição da natureza configura-se uma chaga social que demanda imediata resolução, pois fere a livre expressão individual.


  Em suma, percebe-se a necessidade de ações eficientes para a contenção da poluição atmosférica. Inegavelmente, cabe ao Poder Executivo garantir o cumprimento dos direitos constitucionais dos cidadãos acerca de eludir a predominância das industrias sobre seus funcionários através da inserção de fiscalização dos agentes do Ministério da Economia. Ademais, as instituições de ensino em parceria com as famílias, devem inserir sobre a destruição da natureza, tanto no ambiente domestico quanto no estudantil, por intermédio de indivíduos especializados no assunto para erradicar os problemas. Feito isso, será possível atingir uma coerência e funcionalidade total do corpo social.


 

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