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Pobreza no Brasil

A pobreza no Brasil e suas raízes históricas

A questão da pobreza no Brasil tem origem no início da colonização do país no século XVI. A divisão latifundiária feita por subordinados da corte portuguesa constituía em grandes concentrações de terras para os colonos e nenhuma para os índios nativos que viviam na região. Hoje, é visível que a organização social daquela época garantiu que uma farta parcela daquela população não crescesse socialmente, sendo um problema da atualidade a má distribuição de renda em consonância com a dificuldade de os cidadãos ascenderem na pirâmide social.
Segundo estudos da ONU, a falta de recursos é maior na região Norte e Nordeste do Brasil, propriamente os primeiros cenários da colonização no país. Dessa forma, aqueles que possuíam mais bens continuaram a ficar ricos e quem não tinha nada, sequer uma terra própria para plantio, continuaram passando a miséria por suas gerações. Ainda, essa carência também é comum no meio rural, circunstância que é consequência da inacessibilidade da educação para aqueles jovens que desde cedo começam a trabalhar nas lavouras.
De acordo com o político e ativista social Nelson Mandela, a educação é a maior arma que se pode usar para mudar o mundo. Nesse sentido, todos aqueles que são privados de educação estão confinados ao seu próprio destino: uma vida precária, sem condições dignas. É importante ressaltar que a não continuidade dos estudos básicos na juventude é consequência da necessidade de garantir o sustento. Ou seja, jovens largam a escola para trabalhar e encontram oportunidades por oferecerem mão de obra não especializada e barata. Porém, a retomada aos estudos é um obstáculo na idade adulta.
Dessa forma, são necessárias medidas para evitar que os reflexos da desigualdade social instalada no Brasil colônia continuem incidindo na sociedade contemporânea. Portanto, cabe ao governo, mais precisamente o Ministério do desenvolvimento social (MDS), investir cada vez mais em políticas sociais, como a bolsa-família, que assegure uma renda mínima por menor, evitando que este precise abandonar seus estudos para trabalhar. Ainda, é importante que a família tenha consciência da importância da erudição e saiba incentivar o prosseguimento desta por toda a juventude do indivíduo. Sendo assim, desde que haja parceria entre governo, comunidade e família, será possível amenizar os efeitos da pobreza no Brasil.

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