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Pichação, grafite e os limites da arte urbana

A experssão artistica é marca registrada da cultura brasileira, mediante à diversidade constituinte da matriz étnica do país. Entretanto, a manifestação da arte deve ser gerenciada, paltada, principalmente, no respeito as leis regulamentadoras do convívio em sociedade. Referente a essa temática, destacam-se as penas brandas, referente ao ato de ultrapassar os limítes, pelos pixadores e grafiteiros, entre a propriedade privada e a expressão artística e o significado passado do não cumprimento das leis a outros tipos de transgressões. Assim, é nessesário a aplicação de mudanças, haja visto que os fatores citados são prejudiciais aos cofres públicos


Primeiramente, o ato da pichação e o do grafite, se praticados sem autorização do dono da propriedade onde está ocorrendo a ação , são considerados crimes, pelas normas de condulta do Estado. A problemática reside nas penas brandas, ou quase inaplicáveis, aos que cometem tal transgressão, visto que a mensagem aos querem cometer violações nas leis é a de desleixo com a ordem. A fundamentação teórica para tal afirmação deve se basear na fusão entre a defesa da propriedade privada, articulada pelo estudioso John Locke, e a função de punir e vigiar, pelo Estado, difundido pelo pensador Foucault, haja visto que a defesa do que é particular e a punição por violar esse direito é necessário para o convívio em sociedade. Assim, o Estado terá prejuizos, tendo em vista que a criminaliade aumentará e, na mesma proporção, os gastos com a segurança pública, para coibir ilegalidades, como as descritas


Concomitante a isso, a narrativa defendida anteriormente se encaixa nesta, visto que o não cumprimento da lei representa o Estado de anomia , nomenclatura essa que representa a desordem e o caus, frente as leis vigentes ou o não acatamento destas, de acordo com o sociologo Émile Durkheim. Logo, é evidente, também, que o Estado terá prejuizos, uma vez que o alto volume de capital inserido na segurança pública para coibir o estado de caus.


Em suma, o Estado, em parceria com o ministério da educação, deve promover campanhas e palestras, por meio de veículos midiáticos, como jornais, rádio, internete e televisão, os prejuizos de pichar e grafitar, sem autorização do dono da propriedade, apresentando que não o não cumprimento das leis favorece que crimes de outra natureza aconteça, como já discertado anteriormente, com o objetivo de moldar e educar a próxima geração a fazer melhor que a atual. Ademais, o governo deve tornar as leis que regem a defesa da propriedade privada mais rígidas, por meio do concenso do parlamento, com o intento de amenizar a pichação e o grafite, se praticados de forma ilegal.

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