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Os relacionamentos abusivos em questão no Brasil


O relacionamento abusivo é imposto desde outrora, como no tempo do cangaço de Lampião, em que as mulheres deveriam fazer tudo o que seus maridos mandassem - sem questionar -, eram espancadas, e, muitas vezes, até casavam a força. Isso ocorre em pleno século XXI, quando um parceiro(a) tem ciúme excessivo do outro(a) e, também, no momento em que proíbe e controla as ações do seu cônjuge, o que, por consequência, torna-se agressões físicas, mentais , ameaças, entre outros outros melefícios. Portanto, a relação autoritária é um grande problema da sociedade atual e deve ser contido, nos casos que já estão avançados, e evitado, nos que possivelmente virão.


Quando um indivíduo do par impede o outro de ir à eventos, como festas, de encontrar um amigo ou parente, e quer ele só para si, há um imbróglio. De tal forma, a ideia do escritor Ruben Alvez, de que "os saberes se encontram depois de muitos erros", se aplica nesse contexto, porque, após muitos erros da pessoa, em razão ao relacionamento, a vítima deve saber que o outro passou das limites e que não está lhe dando o devido respeito. Por isso, é óbvio que a relação em que o sujeito está sendo barrado de agir livremente, conversar com quem quiser e ir aonde almejar, é errada, e, mais tarde, pode trazer sérios prejuízos ao casal.


Como resultado da continuação desse tipo de relação abusiva, ocorrem ataques físicos e mentais ao participante dela que está sendo vitimado. Isso é explícito diariamente nos noticiários, como na reportagem que o jornal da Record fez com a ex-esposa do homem que matou o ator Rafael Miguel no dia 09/06/2019, na qual a mulher diz que passou 21 anos - tempo do seu casamento - sendo agredida pelo marido abusivo, que não era somente com ela, mas também com a filha do casal. Desse modo, é perceptível que as consequências são bastante trágicas e espantadoras quando não se interrompe o caso que é muito autoritário.


Assim sendo, é mister que o Estado incite as pessoas a não realizarem os atos expostos anteriormente por meio de reformas em leis, que as deixem mais rígidas, para que o povo pense bastante nas consequências ao outro e à ele mesmo após praticarem o abuso. Ademais, é preciso que o governo moste os efeitos da relação autoritária por meio de palestras com profissionais ligados ao problema, como psicólogos, policiais e agentes da saúde, em locais públicos, afim de que a população de todas as faixas etárias vejam depoimentos de quem já viveu ou presenciou, e, também, as consequências. Logo, coberturas infelizes aparecerão com menor frequência nas televisões brasileiras, assim como os primeiros erros cometidos no relacionamento irão ser compreendidos de imediato, e, por isso, os infortúnios evitados, o que não foi feito na época de Lampião.

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