O CUPOM VOUPASSAR35 É VÁLIDO POR: dias horas minutos segundos

Os impactos da pandemia na vida das mulheres

A Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que "todo o ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Contudo, tal direito não tem sido cumprido de forma concreta, visto que, devido à pandemia do COVID-19, muitas mulheres e meninas sofreram em suas casas não tendo tais direitos básicos. Assim, constatam-se duas questões: a violência doméstica e o estupro. Nesse sentido, faz-se necessário entender os problemas do referido impasse e solucioná-los.

DEVE-se pontuar, de início, que devido à necessidade de isolamento social a violência doméstica pode crescer. Isso porque o aumento do tempo de convivência entre as vítimas e autores aumenta, o que piora o caso de violência pré-existente, além da suspensão de serviços prestados por instituições de acolhimento as mulheres violentadas devido ao coronavírus. Consoante o filósofo grego, PLATÃO, o importante não é viver, mas viver bem. Com base nesse pensamento, é preciso que as instituições voltem à ativa para prestar ajuda e socorro às vítimas e que a população, mesmo isolada possa ajudar. Caso contrário haverá um aumento de casos, a saúde mental das vítimas se comprometerá cada vez mais, e , na pior das hipóteses, casos de feminicídio serão recorrentes. Diante disso, mostra-se que o impacto da pandemia é negativo, fazendo com que muitas mulheres tenham à vida e à segurança pessoal comprometidas de forma expressiva.

OUTRO ponto relevante, é que o SARS-COV-2 tem influência em casos de estupro. A causa disso se dá devido a maioria dos estupros ocorrerem no ambiente doméstico, o que facilita a vida do agressor e põe ainda mais em risco a vida da pessoa agredida. De acordo com o vilão da MARVEL (universo cinematográfico), THANOS, o ser humano destrói tudo que ele toca. Analogamente, muitos homens destruíram infâncias e vidas de mulheres adultas na pandemia, devido ao fácil acesso à vítima. Consequentemente, a vida dessas meninas e mulheres é destruída aos poucos, assim como o homem faz com tudo que toca. Ademais com a presença constante dos agressores a comunicação do crime às autoridades torna-se complicada, impedindo que muitas brasileiras recebam ajuda. Logo, fica claro a necessidade de políticas públicas para prestar socorro a população feminina e infantil.

INFERE-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver os impactos negativos desta problemática. Primeiramente, cabe as MÍDIAS televisas e sociais reforçarem propagandas de denúncias contra a violência doméstica e estupro, através de campanhas televisivas e ficções engajadas, para estimular e instigar as vítimas a denunciaram, mas também os parentes e vizinhos a reportarem às autoridades, a fim de prestar ajuda, contribuindo para extinguir a agressão contra a mulher, diminuindo o número de casos gradativamente. Segundamente, o MINISTÉRIO da SAÚDE em parceria com as DELEGACIAS da mulher locais deve promover visitas a bairros com alto índice de denúncia, por meio de visitas às casas de bairros menos favorecidos, seguindo todas as ordens sanitárias, mas realizando questionários particulares com as mulheres presentes da residência, permitindo que as vítimas afastem-se de seus agressores e fiquem confortáveis para denunciar, a fim de fiscalizar o coletivo social e privar a população feminina de casos de estupro ou violência doméstica, futuros. A partir disso, o corpo social feminino terá acesso à liberdade e segurança pessoal.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!