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Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil

No início da década de 1970, ocorria no Brasil a chamada Reforma Sanitária, um movimento contrário à ditadura militar que reivindicava mudanças na saúde brasileira. Tais mudanças iam desde melhorias trabalhistas dos servidores da saúde até novos projetos como a saúde comunitária e a clínica da família.Desse modo, o atual sistema de saúde do Brasil, adotado a partir da Constituição de 1988, é adequado, entretanto urge medidas para melhorar o gerenciamento e o atendimento a toda a população.


Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que o Sistema Único de Saúde (SUS), é um dos maiores do mundo, com cerca de 3/4 da população dependentes, entretanto, um dos problemas mais alarmantes no qual prejudica o sistema é má distribuição dos médicos no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o parâmetro ideal é de 1 médico para cada mil habitantes, no Brasil, a situação é de 2,11 para cada mil habitantes, ou seja, há médicos no país, o obstáculo é a concentração desigual situados, principalmente, no Sul e Sudeste. Citado fato, auxilia e precariza ainda mais a saúde pública no Brasil.


Em segundo lugar, é necessário destacar a importância do bom gerenciamento e de mais recursos para a saúde pública no país. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) investido na saúde foi de 3,1%, o que significa 525 dólares por habitantes, em outros países que possuem o sistema similar ao do Brasil, é gasto 3 mil dólares por habitante. Esse fato demonstra que o SUS é subfinanciado pelo Estado e,outro fator existente, é o gerenciamento total dos estados e municípios e ,com pouca verba, é plausível o sucateamento do Sistema Único de Saúde.


Sendo assim, urge medidas para o progresso da saúde pública brasileira.É de encargo do Poder Legislativo de aprovar o projeto de lei referido como o ''Exercício Social da Medicina'', que prevê que médicos recém-formados irão obrigatoriamente trabalhar em áreas carentes do Brasil,lugares como o interior do Nordeste e Norte, especialmente com povos indígenas e os povos ribeirinhos, durante 2 anos, a fim de reduzir a polarização dos profissionais de saúde em regiões como o Sudeste.Portanto, citada medida deve beneficiar populações que carecem de um atendimento básico a saúde e amenizar a precarização do sistema público brasileiro.

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