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Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil
No limiar do século XX, suscitou na Europa a eclosão de duas grandes guerras mundiais, ademais, as mutilações e o show de horrores que eclodia em todo o continente possibilitou que a medicina angariasse um grande avanço, sobretudo no Brasil. Conquanto, hodiernamente, mesmo usufruindo desse avanço, o sistema público de saúde nacional ainda persevera ? se precário. Haja vista, pelos altos números de vidas ameaçadas todos os dias nos hospitais. Isso se deve, pela irresponsabilidade estatal, uma vez que o Estado brasileiro não consegue abarcar um sistema de saúde eficaz para toda população, em consonância, pelo baixo investimento estatal para os hospitais, em virtude da falta de equipamentos e profissionais. Por conseguinte, em tautocronia, evidencia um imbróglio conspícuo no mundo moderno.



Mormente, é indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas da problemática que assola a humanidade. Nesse sentido, extrai-se o escólio do filósofo ateniense Platão, o qual aduz que a política deve ser utilizada e, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Todavia, quando se depreendesse da irresponsabilidade estatal no âmbito na saúde pública infere-se que o ideal platônico é negado. Nesse sentido, o negligente investimento público e a falta de verba hospitalar propiciam longas filas de espera, ameaçando vidas. Como reitera, lamentavelmente, a pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) 2 em cada 10 hospitais públicos são fechados anualmente, em virtude do baixo investimento, logo, evidencia uma falha no âmbito das autoridades.




Outrossim, destaca-se a ausência de equipamentos e de profissionais de qualidade como impulsionador do problema. Nesse contexto, parafraseando o filósofo criticista, do século XIX, Immanuel Kant, o qual alega que a sociedade moderna deve agir em prol da ética que alicerça o bem comum, para garantir o pleno gozo de uma sociedade estável. Nada obstante, a falta de utensílios hospitalares e doutores rompe o pensamento kantiano, sendo assim, a medicina brasileira reverbera de equipamentos arcaicos e rudimentares, como a ausência de macas e remédios. Consoante a pesquisa do jornal Estadão (2018) 8 em cada 10 hospitais públicos faltam algum equipamento em prol do corpo social. Nesse ideal, é inadmissível que uma sociedade declarada globalizada e civilizada ainda perpetua atitudes que provocam retrocesso.




Diante desse prisma, são imprescindíveis parâmetros que visam a atenuar os desafios enfrentados pelo sistema público de saúde brasileiro, Destarte, urge por parte do poder Executivo, alicerçado ao Ministro da Saúde, veicular políticas públicas em prol da melhoria dos hospitais, por meio da implantação de todos remédios necessitados, macas e utensílios hospitalares, majoritariamente com profissionais específicos e qualificados que tenham experiência comprovada ,a fim do sistema nacional ser capaz de abarcar toda a população necessitada. Por fim, a associação entre o poder estatal e o Ministério da Saúde deverá estabelecer a prática do ideal de Platão e Kant.
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