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Os desafios dos atletas paraolímpicos no Brasil

"Mente,corpo,espírito",é uma filosofia adotada por Ludwing Guttmann,neurologista alemão,que objetivava a reabilitação dos soldados amputados na Segunda Guerra Mundial,criando atividades que,logo depois,viria a se tornar uma modalidade esportiva para aqueles que possuiam deficiência.No entanto,embora a paraolimpíadas demonstre tais avanços e conquistas no cenário do esporte,o darwinismo social e a cultura de massa ainda se fazem presentes como principais desafios dos atletas,sobretudo no Brasil.

Tendo em vista o cenário supramencionado,é fulcral destacar,de início,a causa dos entraves que colaboram para a estabilidade do esporte paraolímpico na sociedade brasileira.Em primeira análise,na Grécia Antiga,a civilização espartana,com o alvo de estabelecer um padrão no exército,excluía,por análise dos Anciãos,os filhos que nasciam com alguma deficiência.Analogamente,essa relação social é resgatada quando o esporte não é,na maioria das vezes,praticado por todos.Seguindo tal linha de raciocínio,é imprescindível apontar falhas públicas em relação à discrepância de apoio financeiro e moral dessa atividade,por ilustração,a limitação na acessibilidade de quadras que,em locais mais pobres,não possuem a adequação à prática saudável.Nesse sentido,a desestruturaçãodas áreas esportivas exclui os deficientes da conduta.

Em uma segunda análise,além das causas supracitadas,sobressai,de forma infeliz,outras distorções que aumentam os desafios dos atletas paraolímpicos.Não obstante,as insuficiências das políticas públicas e a cultura massificada contribuem veladamente ao mínimo reconhecimento dos atletas.Para Max Horkheimer,membro da escola de Frankfurt,o sistema capitalista permite a brusca desigualdade,uma vez que a indústria cultural está centralizada no lucro,ou seja,as olimpíadas paraolímpicas obtêm extremas dificuldades na transmissão midiática da competição,e no recurso de patrocinadores,haja vista que a população demonstre desinteresse,isso é alarmante.Assim,a sociedade também possui um papel responsável no tocante à exclusão da esfera midiática.

Com o intuito de combater os desafios dos deficientes esportivos,o Congresso Nacional deve aprovar verbas que direcionem a adaptação de ginásios e quadras,principalmente em locais periféricos,por meio de medidas paliativas que busque ampliar e estruturar o acesso de pessoas nessas áreas,de modo a disponibilizar equipamentos requisitados,com o fito de garantir a execução do esporte a todos.Por outro lado,para partir ao peremptório,a sociedade deve atentar para o interesse amplo das atividades praticadas,mas para isso,o Estado,de maneira análoga,deve usar a mídia de amplo alcance para televisionar os jogos paraolímpicos,com o propósito de convocar o coletivo social a padronizar a atividade,de forma que exclua o darwinismo selecionado.Logo,o movimento iniciado por Ludwig terá pleno progresso.

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