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Os desafios da sexualidade na adolescência

Muito comum nos dias de hoje são números gradativamente maiores de jovens iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo.No entanto, o que nos deixa em alerta são as consequências negativas que esses números trazem. O adolescente pratica o sexo, mas pouco ou nada entende sobre sua teoria. A falta de educação sexual na adolescência é um problema a ser combatido.
No inicio dos anos 80, eis que surge a mais grave das doenças sexualmente transmissíveis, a AIDS. Uma doença extremamente agressiva e que mata. Mesmo com todo um histórico ruim, impactante, que a AIDS carrega por todos esses anos, a mesma parece não assustar tanto assim os adolescentes. Que por inconsequência, não praticam sexo protegido. Esses jovens mesmo vivendo em uma epóca onde a tecnologia possibilita muita informação , parece não fazer uso devido da mesma para se cuidarem. Apesar de termos a AIDS como maior consequência da falta de responsabilidade no sexo, ela não é a única. Existem ainda as DSTs e também as gestações indesejadas.
Entretanto,nos dias atuais, a grande quantidade de conteúdo sobre sexo em exposição é muito grande e presente no dia a dia. Mas, o mau uso dessa informação que chega é evidente e alarmante. Não existe uma preocupação em transmitir as informações devidas aos jovens e os mesmos acabam por agirem incosequentemente, podendo acarretar a eles, danos muitas vezes incorrigíveis. A necessidade de uma orientação por parte da família, é de grande importância. É de dentro de casa que deve vir os primeiros ensinamentos de como iniciar uma vida sexual com responsabilidade. Tanto os familiares, como o adolecente precisam aprender a quebrar os tabus e falar abertamente sobre o assunto. O jovem precisa entender a importância de ser consciente e se proteger duarante sua vida sexual.
Portanto, fica evidente que há uma necessidade de mudança na forma em que as primeiras informações sobre sexualidade chegam para o adolescente. A iniciativa do dialógo entre a família e o jovem, os esclarecimentos das dúvidas, os conselhos e experiências devem ser colocados em prática. As escolas também devem abordar o assunto de forma mais ampla e detalhada, colocando em foco a importância da contracepção e de se proteger contra as DSTs. Organizando palestras com profissionais de saúde , oficinas educacionais. Os veículos de comunicação devem ser mais insistentes e persuasivos em suas campanhas. As secretarias de saúde também devem se mobilizar com maior eficácia sobre os alertas e orientação aos jovens com relação a sexualidade e suas consequências. Para que então, assim possamos acreditar que o jovem pratica o sexo, tendo consciência e conhecimento desta prática.
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