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Obsolescência programada

Em torno do século XX, pós guerra fria, a Europa e o mundo estavam imersos em uma esfera globalizada, tecnológica e informacional, sendo esse um contexto propício para empresas em escala global em desenvolve práticas positivas e negativas na sociedade. Nesse sentido, consoante ao sociólogo Émile Durkheim, a sociedade molda os indivíduos, logo, analogamente, no Brasil hodierno, há uma tendência de empresas e serviços específicos em usufruirem da capacidade persuasiva e técnicas de moldagem social a fim de desenolver indivíduos ideais ao modelo vigente: o consumista. Sob esse viés, é preciso uma reflexão embasada não só no que tange às estratégias necessárias para regulamentar e manipular a durabilidade dos produtros e aumentar significativamente o consumo, mas também às consequências do tal ato relacionadas ao descarte indevido do lixo no ambiente proviniente dos produtos que sofreram com a obsolescência programada.

Em primeira análise, é importante ressaltar os fatores que incitam a aquisição de empresas do ato de programação preconcebida aos produtos como, por exemplo, celulares das grandes marcas atuais. Diante de tal exposto, é evidente que a busca incessável do homem pelo lucro e busca de empresas por monopólios de certos produtos são fatores que ratificam tal ato, visto que a concorrência internacional econômica exige das empresas subterfúgios inovadores para ascender seu mercado consumidor e suas vendas, porém, produtos programados são utilizados como meio para completar o ciclo logístico, ou seja, estes são vendidos com prazos de validade, para que, ao dar defeito o consumidor possa novamente comprá-lo.

Outrossim, destaca-se a obsolescência programada , simultaneamente, com o consumismo fatores que corroboram para difamação da natureza. Nesse aspecto, conforme o ambientalista Paul Watson, a inteligência é a habilidade que as espécies têm em viver, harmonicamente, com o meio ambiente. No entanto, esse ideal sustentado é constatado na teoria e não desejavalmente na prática, tendo em vista que há uma negligência sociopolítica e das empresas sobre o respectivo lixo gerado pelo consumismo e o descarte ineficiente dos produtos que, propositalmente, são programados e, em diversos casos, são quimicamente nocivos.

Em suma, faz-se necesário subterfúgios que retifiquem esse impasse. Logo, para mitigar o problema, o Ministério do Meio Ambiente deve desenvolver campanhas conscientizadoras para os consumistas incontroláveis e reunir empresas nacionais, a partir de uma conferência social, para consolidar leis, medidas e argumentos que visem afirmar a sustentabilidade ambiental, além de incentivar as empresar em desenvolverem produtos mais duráveis para evitar o descarte excessivo. Espera-se, com isso, a preservação do meio ambiente e conscientização da sociedade em utilizar a inteligência humana para a integridade ambiental proposta por Watson.
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