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O uso excessivo de celulares na infância

"Belle Époque" foi um período antecedente a primeira guerra mundial marcada, principalmente, por diversas invenções. Uma das criações dessa época foi o telefone que, após passar por muitas modificações, tornou-se um aparelho multifuncional e cada vez mais frequente na vida das pessoas. No âmbito infantil, a presença de celulares se dá, na maioria das vezes, por influência doas adultos, o que pode ser bastante preocupante. Portanto, é necessário o debate fomentar o debate acerca do uso excessivo dessa tecnologia na infância.


Primeiramente, é importante ressaltar a influência dos pais na vida das crianças. De acordo com a teoria tábula rasa do filósofo empirista John Locke, o homem nasce como se fosse uma folha em branco e, a partir das suas experiências e convivências, assimila o que está ao seu redor. Nesse caso, os responsáveis, geralmente, em momentos de proximidade com a criança, como finais de semana e horário das refeições, acabam por ter um contato maior com o celular do que o esperado e o indivíduo tende a desenvolver uma curiosidade estimulada pela vontade de também manusear o aparelho. Os adultos, no entanto, veem esse desejo como algo normal, dado que o dispositivo contém formas de entretenimento voltado para os pequenos.


Porém, a permissão dos pais no que tange ao uso desregulado do celular pelas crianças pode contribuir para a má formação educacional e emocional. De acordo com o filósofo Emmanuel Kant, o homem é resultado da educação que recebe e essa máxima também ao ensinamento transmitidos em casa. Desse modo, torna-se alarmante o uso excessivo do aparelho pelas crianças, visto que os menores não tem uma base sólida para filtrar o que é bom e o que é ruim e pode se deparar, através do uso do celular, com conteúdos impróprios para a faixa etária e jogos perigosos, a exemplo da Baleia Azul. Além disso, esses indivíduos estão mais vulneráveis a contatos com pessoas desconhecidas na internet, devido a exposição demasiada em redes sociais.


Infere-se, portanto, que o excesso no uso de celulares na infância possui estreita relação com os aspectos educacionais, principalmente dentro do lar. Dessa forma, é necessário a intervenção do ministério da educação, que deve propor as escolas públicas e privadas que façam reuniões com os pais ou responsáveis para debater sobre os malefícios e benefícios do uso de celulares pelas crianças. É preciso criar ações entre esses dois núcleos, a fim de diminuir o tempo desses indivíduos nas redes sociais e sites acessados através do aparelho, contudo, sempre incentivando-os a serem criativos apesar dos cuidados e privações. Por conseguinte, os objetivos de educar uma geração saudável e independente de vícios será alcançada.


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