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O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões
Com a Revolução Técnico-cientifico-informacional, no século XX as tecnologias ficaram cada vez mais inseridas em diversos setores, inclusive nos meios de produção. No Brasil, as novas profissões derivadas dos avanços tecnológicos já são uma realidade e trazem muitos benefícios, porém, ainda existe bastante preconceito e desinformação a respeito desses serviços. Nesse sentido, convém analisarmos as consequências de tais posturas para a sociedade.

Mormente, é indubitável que com a ascensão da internet o panorama laboral foi ampliado, hoje já é possível e bastante comum, trabalhar em nossa própria residência vendendo produtos e serviços, pois com a popularização exponencial da rede mundial de computadores o acesso a possíveis clientes supera barreiras físicas. De acordo com Albert Einstein, tornou-se aterradoramente claro que a tecnologia ultrapassou nossa humanidade. Essa perspectiva ressalta como a tecnologia, se utilizada com eficiência, facilita o progresso das relações sociais e econômicas. Contudo, percebe-se que uma parcela da população ainda têm preconceito com esse uso da tecnologia nas relações de trabalho, porque além de ser algo recente para os brasileiros, ainda não é bem regulada pelos atores públicos, o que gera, como no caso de taxistas e Ubers(motoristas de aplicativo digital), conflitos por falta de ação do governo para impor cobranças e regras semelhantes.
Outrossim, destaca-se como outro impulsionador dessa problemática a falta de informações e , por conseguinte, confiança nos novos meios de produção digitais. Segundo o site Blindado, 30% dos internautas não compram na internet por insegurança, apesar de haver medidas para verificar a confiança ou qualidade dos serviços ofertados, uma parcela expressiva dessa comunidade ainda enxerga esse meio de consumo com olhar temeroso.
Logo, medidas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da Cultura devem promulgar palestras para alunos de escolas públicas e convidados, com especialistas no assunto, a fim de trazer mais lucidez sobre o uso da tecnologia e suas novas profissões, tais palestras devem ser web conferenciadas nos sites dos ministérios para atingir um maior público.Por fim, é preciso que nossa comunidade olhe de maneira mais otimista para o diferente,pois, como constatou Anna Harednt: "a pluralidade é a lei da terra".
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