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O problema do alcoolismo na sociedade brasileira

No contexto social brasileiro,a querela referente ao alcoolismo emerge como uma problemática que necessita ser combatida,haja vista que o uso imoderado de bebidas alcoólicas tem consequências graves não apenas para o organismo,mas também para o convívio social.Esse panorama complexo requer ações incisivas tanto do poder público quanto da sociedade civil referenciada,com o escopo de minimizar os impactos negativos do alcoolismo,nos diversos segmentos coletivos.


Em verdade,o impasse ocasionado pelo consumo exacerbado da substância etílica compromete a logicidade inerente às ações dos indivíduos,tendo em vista que o álcool tem um efeito depressor do Sistema Nervoso Central(SNC),fato que exerce um efeito de vulnerabilidade na tomada de decisões do ser social,muitas vezes,colocando-o em situações de premente perigo,como acidentes em veículos automotivos,brigas em bares,entre outras circunstâncias nocivas.Nessa perspectiva desafiadora,dados da Organização Mundial de Saúde(OMS) apontam que o consumo de álcool per capita no Brasil chegou a 8,16 litros em 2016,superando a média internacional de 6,4 litros.Tal informação demonstra um mau prognóstico das políticas públicas vigentes-em prol de um enfreentamento efetivo do uso de álcool de forma abusiva e imprudente.


Com efeito,duas prerrogativas jurídicas se notabilizam,por seu viés de política ativa de combate aos impropérios coletivos causados pela ingestão-sem parcimônia- da substância etílica ,a saber, a Lei Seca e a Lei 8.069.Apesar desse robusto aparato jurídico,muitos indivíduos burlam essas normativas,devido à mentalidade deturpada e mitificada,a qual correlaciona,invariavelmente,a ingestão de álcool com liberdades e prazeres carnais .Sob essa lógica hedonista,muitos indivíduos ignoram as responsabilidades sociais e acabam por usufruir das sensações momentâneas de empoderamento-oriundas da supressão do senso cognitivo-ocasionadas pelas substãncias depressoras do sistema límbico.


Desse modo,na diligência de arrefecer as problemáticas psicossociais advindas do uso nocivo de álcool,cumpre ao poder público o recrudescimento das leis que visam a coibir o consumo desordenado de bebidas,por meio de um aumento no rigor das penas e multas-associadas as infrações.Outra medida precípua condiz com a oferta gratuita de tratamento para dependentes de álcool,bem como a disponibilidade de programas de reinserção social,amparados por psicólogos e por médicos capacitados para atender com maestria pacientes com essa patologia.Ademais,os núcleos familiares-primeira base de formação moral-devem colaborar com diálogos francos ,em seus lares,acerca das consequências que o consumo exacerbado de bebidas pode ocasionar,seja danos individuais,seja danos coletivos.

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