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O problema da invisibilidade social

Platão estava certo
Quando Roberto DaMatta afirma que,para se virar uma página por completo,necessita-se de um processo de releitura,corrobora a ideia de que analisar o passado é essencial para evitar erros futuros.Entretanto,o cenário atual é de uma sociedade que parece ignorar os equívocos cometidos em seu processo de formação,muitas vezes colaborando ainda que indiretamente,para existência da problemática do socio-aceitável,gerando uma indesejada camuflagem social que acarreta impasses.
É relevante abordar,primeiramente,que a sociedade sempre encontrou modos de catalogar o ser humano.Durante a Antinguidade Oriental era comum a prática da escrevidão á prisioneiros de guerra,nessa época,esses não sofriam somente pelo trabalho compulsório que teriam que realizar,como também já faziam parte de um grupo invisível socialmente,Como resultado,na comtemporaneidade,trabalhadores que fazem trabalhos similaressão submetidos ao mesmo desprestígio,em que,acredita-se que a importância de um homem se mede pela função que executa.Tal adversidade torna-se catalizadora de transtornos que impedem a plena cidadania.
Outrossim,é indebutável que a invisibilidade social também é fruto de um perda de foco.No Imperialismo,acreditava-se que o homem branco seria o ápice evolutivo da espécie e que,por isso,carregaria o fardo de civilizar povos inferiores,consequentemente,dizimou populações inteiras.No entanto,o quadro pintado nos dias atuais muito se parece com uma versão cubista de outrora,ao passo que distancia-se o conceito de sonegação social ao de exclusão.Devido a isso,questões como preconceito e depressão caminham lado a lado de indivíduos que ficam á margem.
Fica claro,portanto,quão patológico é a invisibilidade tanto ao indivíduo quanto é a sociedade.Cabe á família,como estruturadora da moral,ensinar desde cedo o respeito aos valores humanos por meio de diálogos e intervenções diretas quando necessário,a fim de que o próximo sempre seja respeitado.Ainda,espera-se da imprensa e mídia socialmente engajada a propagação de ideias de igualdade,assim como o reconhecimento dos trabalhadores braçais como parte fundamental da sociedade,por meio de peças publicitárias,propagandas,filmes e novelas.Ademais,resta as esferas da Educação em parceria com as ONGs fomentar e fortalecer o debate do assunto,fazendo palestras em escolas e comunidades acerca do tema.Destarte, só assim poderemos ter uma sociedade em que todos estão ás claras e exercem sua cidadania,contudo é preciso que se comece de imediato,pois como afirma Platão:"o começo é parte mais difícil do trabalho".
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