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O problema da falta de incentivo - leitura na infância

Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação, liberdade e bem-estar social. Entretanto, o fato de não haver incentivo à leitura no Brasil produz uma geração de jovens desinteressados em ler e compreender suas seguridades e seus deveres como indivíduo. Nesse sentido, há fatores que impulsionam esse problema, como a falta de bibliotecas em escolas públicas e o péssimo planejamento escolar.


Primeiramente, o contato inicial entre uma criança e a leitura é de fundamental importância para o seu desenvolvimento intelectual e individual. Contudo, o Brasil não oferece a assistência necessária aos jovens nas escolas públicas e, como consequência, a população lê em média 2,43 livros por ano, segundo dados apontados pelo Instituto Pró-Livro. Além disso, a falta de bibliotecas no ambiente educacional ocasiona um impacto negativo ao acesso facilitado de livros, extremamente importante para as crianças de baixa renda que buscam, apesar das dificuldades, uma leitura agradável e gratuita. Por fim, é inaceitável esse obstáculo gerado por más gestões governamentais que impedem o aluno pobre de adentrar no mundo da literatura.


Indubitavelmente, o hábito de leitura é construído gradativamente. No entanto, algumas escolas públicas obrigam os jovens a lerem clássicos da literatura brasileira, com vocabulários rebuscados e que necessitam ter prática para ler; construindo, assim, uma barreira entre a criança e o livro. Por isso, é fundamental um planejamento escolar que incentive verdadeiramente a ler, com histórias que "fisguem" a atenção do aluno e ponham fim ao estereótipo de "chata e incompreensível". Como dito pelo filósofo francês Voltaire, "A leitura engrandece a alma".


Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para incentivar a leitura na infância. Em virtude disso, urge que o Ministério da Educação, em parceria com as escolas públicas de ensino fundamental, deve levar bibliotecas infantis e infanto-juvenis aos estudantes, por meio de arrecadações de livros com a população, editoras e distribuidoras, como a Saraiva e a Amazon. Com isso, alunos de qualquer renda poderão se aventurar e criar o hábito de ler.

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